
A fisioterapeuta Ellen Moraes trabalhou em um hospital de campanha de Manaus, de janeiro a junho de 2020, e agora trata de pacientes com sequelas da Covid-19. Foto: Divulgação/Mauro Neto/Faar
O projeto RespirAR – que tem como objetivo tratar as sequelas deixadas pela Covid-19 – já reúne histórias, tanto de pacientes quanto dos profissionais de Saúde que atuam na iniciativa. É o caso da Ellen Moraes, 31, que esteve na linha de frente de combate ao novo coronavírus e hoje atua no projeto do Governo do Amazonas, coordenado pela Fundação Amazonas de Alto Rendimento (Faar).
A fisioterapeuta trabalhou em um hospital de campanha de Manaus, de janeiro a junho de 2020, e enfatiza o novo papel desempenhado por meio do RespirAR. “Eu me sinto honrada em poder dar continuidade ao atendimento aos pacientes. Nós criamos um vínculo no hospital e poder incentivar a atividade física é superimportante para a saúde”, disse.
Emocionada, Ellen relembra momentos difíceis ao destacar a importância da fisioterapia aos acometidos pela Covid-19. “Tenho uma avó de 81 anos e tive que abdicar da família para lidar com pacientes infectados. Mas é muito gratificante, me sinto muito honrada em ter sido útil naquele momento e agora estar fazendo parte da equipe de combate aqui no RespirAR”, afirma.

A equipe do RespirAR no Centro de Convivência da Família Padre Pedro Vignola é formada por 14 profissionais. Foto: Divulgação/Mauro Neto/Faar
Ellen Moraes integra a equipe formada por 14 profissionais, sendo oito fisioterapeutas e seis educadores físicos, além de quatro estagiários, que atuam no Centro de Convivência da Família Padre Pedro Vignola, no bairro Cidade Nova, zona Norte de Manaus.
O espaço é um dos Centros de Convivência, Policlínicas e Centros de Atenção Integral à Melhor Idade (Caimis) em que o RespirAR oferece atendimento em fisioterapia e atividade física visando a reabilitação cardiopulmonar. Atualmente, o Padre Pedro Vignola conta com 75 pacientes.
“Nós formamos um time e é isso que nos propomos a fazer: incentivar esses pacientes no retorno às suas atividades”, completa Ellen.
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