19/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Médica acusada de antecipar mortes de sete pacientes em UTI vai a júri popular

Publicado em 27 de maio, 2021

Virgínia Soares de Souza deverá responder por homicídio doloso. Foto: Reprodução

A médica Virgínia Soares de Souza e mais quatro réus, acusados de anteciparem as mortes de sete pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Evangélico, de Curitiba (PR), entre 2006 e 2013, vão a júri popular. A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (27/5), por dois votos a um, pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR).

Virgínia era a chefe da UTI do hospital quando as mortes aconteceram – com o objetivo de liberar leitos na unidade de saúde – e deverá responder por homicídio doloso (quando há intenção de matar).

O caso ficou conhecido em 2013 e, quatro anos mais tarde, a médica e outras sete pessoas envolvidas foram inocentadas na 2ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba. O TJ-PR atende a uma apelação do Ministério Público (MP-PR), que chegou a inocentar outros dois acusados no início do processo.

Os advogados da médica disseram que vão recorrer em todas as instâncias.

Veja mais notícias em Geral

RELACIONADAS

Portal do Marcos Santos
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.