20/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Espaços culturais do Estado reabrem para visitação turística com agendamento virtual

Publicado em 14 de maio, 2021

A reabertura para visitação turística do Teatro Amazonas, Palácio da Justiça e Palácio Rio Negro será na próxima terça-feira (18/5); o agendamento virtual começa no dia anterior, pelo Portal da Cultura. Foto: Divulgação/Michael Dantas

O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, abrirá, na próxima terça-feira (18/5), o Teatro Amazonas e os centros culturais Palácio da Justiça e Palácio Rio Negro para visitação turística, das 9h às 15h. O agendamento pelo Portal da Cultura (cultura.am.gov.br) inicia na segunda-feira (17/5) e as visitas devem acontecer com grupos de até dez pessoas por horário, conforme os protocolos de prevenção contra a Covid-19.

Para agendar uma visita, o público escolhe o espaço, horário e informa um número de telefone e o CPF. Segundo o secretário Marcos Apolo Muniz, todos os procedimentos necessários para evitar o risco de contaminação vão ser exigidos para garantir a segurança das pessoas, entre eles, o uso obrigatório de máscara, medição da temperatura e distanciamento de 1,5 metro. Também fica proibido o contato físico com elementos dos espaços, como colunas, paredes, vitrines expositoras, esculturas, pinturas, demarcadores, portas e maçanetas.

“Os equipamentos culturais passaram pelo processo de sanitização e têm totens de álcool em gel acionados por pedal, em pontos estratégicos. Nossas equipes também foram treinadas para garantir o cumprimento dos protocolos de segurança, nesta nova fase, e evitar qualquer tipo de aglomeração”, afirma o titular da pasta.

No Palácio Rio Negro, assim como no Palácio da Justiça, os roteiros de visitação vão durar, no máximo 30 minutos. Foto: Divulgação/Michael Dantas

Marcos Apolo adianta que a proposta de reabertura dos demais espaços administrados pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa depende do cenário da Covid-19 no Amazonas, portanto, deve acontecer de forma gradativa. “Vamos avaliar o comportamento do público no cumprimento dos procedimentos, até que possamos abrir todos os nossos equipamentos culturais com segurança. É importante enfatizar que a nossa prioridade é a saúde, é o que vem sempre em primeiro lugar”, comenta o secretário.

Os espaços vão funcionar de terça a sábado, com mudanças no roteiro de visitação. Cada equipamento conta com sinalização e material gráfico com informações sobre como se prevenir do contágio pelo novo coronavírus.

Teatro Amazonas

No Teatro Amazonas, grupos de dez pessoas vão entrar, a cada 45 minutos, pela porta principal e sair pelo acesso da rua 10 de Julho, para evitar aglomeração. O roteiro de visitação inclui o Hall, Salão de Espetáculos, Saleta de Arquitetura e órgão eletrônico, maquete de lego do Teatro Amazonas, Salão Nobre e varanda frontal, sala de exposição e camarim de época. Cada etapa tem entre três a cinco minutos, com exceção do Salão de Espetáculos, com tempo previsto de nove minutos.

O Centro Cultural Palácio da Justiça, na avenida Eduardo Ribeiro. Foto: Divulgação/Michael Dantas

Centros culturais

Os roteiros do Centro Cultural Palácio da Justiça e Palácio Rio Negro vão ter, no máximo, 30 minutos de duração. Assim como no Teatro Amazonas, todos os funcionários atuam com equipamentos de proteção e, nos locais, haverá totens com álcool em gel, além de medição de temperatura.

No Palácio da Justiça, a entrada para os grupos será pela avenida Eduardo Ribeiro (porta principal) e a saída pela rua 10 de Julho. O roteiro inclui o hall inferior e superior, gabinete de leitura, sala do desembargador, sala das becas, galeria dos ex-presidentes, gabinete do presidente, Museu do Crime, tribunal pleno, corredor do júri, entre outras salas.

No Palácio Rio Negro, o público vai conhecer os detalhes da residência particular do comerciante da borracha, o alemão Karl Waldemar Scholz. É um dos prédios mais emblemáticos desse período, construído em estilo eclético, em 1903, que marcou a economia do estado. O local funcionou como sede do Governo e, em 3 de outubro de 1980, foi tombado como Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Amazonas. Ao longo dos anos, foi reformado, restaurado e adaptado e, em virtude de sua beleza arquitetônica e relevância histórica, foi transformado em centro cultural.

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