
As obras estão localizadas num trecho entre as avenidas Leonardo Malcher e Parintins, no bairro Praça 14. Foto: Tiago Corrêa/UGPE/Divulgação
Nesta semana, as obras do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim), no leito do igarapé Mestre Chico, foram retomadas pelo Governo do Amazonas, por intermédio da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE). As obras estão localizadas num trecho entre as avenidas Leonardo Malcher e Parintins, no bairro Praça 14, zona Sul de Manaus.
As obras foram paralisadas em cumprimento ao Decreto do Governo do Estado, com medidas de restrição para combater a disseminação da Covid-19 no estado.
O subcoordenador de engenharia da UGPE, João Benaion, disse que, no momento, as atividades que estão sendo realizadas nas obras permitem que os trabalhadores possam exercer suas funções em segurança, pois estão em áreas externas, com grande fluxo de ventilação, mantendo o distanciamento com o uso de máscaras.
A intervenção urbanística no local prevê a construção de um novo parque urbano. O espaço contará com uma extensão de mais de 15 mil metros quadrados (m²), dotadas de quadras para prática esportiva, academias ao ar-livre, playground infantil, balanços, escorregadores, praças e obras de esgotamento sanitário.
Na primeira frente de intervenção, já avançaram 80% nas obras de macrodrenagem e redes de esgoto, além da terraplanagem onde as galerias estão sendo concluídas. Na segunda frente, as etapas de troca de solo foram iniciadas, bem como a construção das galerias, que já se encontram com cerca de 50% de execução.
A retomada gradual das atividades no igarapé Mestre Chico está cumprindo todos os protocolos de segurança, como o uso de máscara, reforço na higienização dos colaboradores e disposição de álcool em gel.
O coordenador executivo da UGPE, Marcellus Campêlo, afirmou que o Governo do Estado atua na finalização das obras do Prosamim III, e que as subcoordenadorias trabalham de forma rápida para conclusão do programa.
“A conclusão do Prosamim III vai beneficiar a capital com novas alternativas na mobilidade urbana, um novo marco na questão do saneamento básico na capital, com a operação de um sistema de esgotamento sanitário, que vai beneficiar mais de 130 mil pessoas com tratamento de esgoto, além de contemplar a zona Sul de Manaus com um novo parque urbano para a população”, afirmou Campêlo.