
A arte milenar chinesa do feng shui defende que os espaços devem ser cuidados constantemente, com afeto, organização e leveza. Foto: Reprodução
Desde o início da pandemia de Covid-19, as pessoas têm vivido a maior parte do tempo entre quatro paredes. Durante esse período, cuidar de casa e sentir-se bem dentro dela ganhou ainda mais valor. Então, para quem curte decoração, é uma boa oportunidade para mudar pequenos detalhes do lar, sem gastar muito – ou nada.
O livro-caixa “Feng Shui – 50 práticas para o equilíbrio energético” (Matrix Editora, R$ 38) traduz de forma simples alguns dos ensinamentos da milenar arte chinesa do feng shui – que defende que os espaços devem ser cuidados constantemente, com afeto, organização e leveza.
São 50 cartas que podem ser tiradas em qualquer ordem e que ajudam a repensar o espaço de uma casa e até mesmo atitudes pessoais. A autora, Mariângela Pagano, faz isso por meio de perguntas e dicas. Alguns exemplos: “Como você lida com a bagunça?”, “Como você se sente postergando tarefas?”, “Como você criaria um clima mais romântico em sua casa?”, “Como você avalia o ambiente da sua casa ou empresa onde costuma tomar suas decisões mais importantes?”.
Reflexões sobre atitudes pessoais também compõem as cartas do livro de Mariângela Pagano, entre elas, “Qual é a frase que você diz ao receber convidados em casa?”. A resposta: “Se você costuma dizer ‘Não repare a bagunça’, experimente ouvir sua própria voz dizendo isso. Se essa frase é recorrente em sua vida, está na hora de fazer algo para reverter isso”.
É por meio de mensagens como essa que a autora buscar oferecer ajuda para este momento pelo qual o mundo está passando.

O livro-caixa de Mariângela Pagano é formado por 50 cartas que podem ser tiradas em qualquer ordem. Foto: Divulgação
Mariângela Pagano é formada em Marketing pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado. É consultora e palestrante da arte feng shui desde 1998, com trabalhos realizados no Brasil e no exterior, nos setores residenciais e corporativos, tais como bancos, indústrias, hospitais, entre outros. Foi colunista da revista “Bons Fluídos” e personagem de matérias publicadas em diversos segmentos editoriais, além de participar de vários programas de rádio e televisão para falar desse assunto.