
O custo médio por metro quadrado da construção civil, no Amazonas, aumentou de R$ 1.152,52 no mês de junho, para R$ 1.158,20, em julho. Foto: Márcio James/Semcom
O custo médio por metro quadrado da construção civil subiu para R$ 1.158,20, em julho, no Amazonas. No Brasil, esse custo ficou em R$ 1.181,41, no mês. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta segunda-feira (10/8).
O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) de julho teve variação de 0,49%, na comparação com junho, no estado. A variação do Sinapi em julho foi 0,09 pontos percentuais em relação ao mês anterior. Já a variação percentual no ano alcançou 1,14% em julho contra 0,65% em junho. Ou seja, o custo médio da construção no ano aumentou 0,49 p.p. entre os dois meses. Como consequência, o acumulado dos últimos 12 meses subiu para 5,31%.
A média nacional para o mês de julho também ficou em 0,49%. O acumulado no ano foi de 1,97%; e nos últimos 12 meses, de 3,3%.
A variação percentual da construção civil do estado de 0,49% obtida no mês de julho, em relação ao mês anterior, colocou o Amazonas na posição intermediária entre as outras unidades da federação. Os menores índices foram registrados no Pará com 0,08%; Paraná com 0,07% e Roraima com 0,06%. Os maiores ficaram por conta da Paraíba com 2,25%, São Paulo com 1,05% e Acre com 0,86%.
O custo médio por metro quadrado da construção civil, em moeda corrente (reais), no Amazonas, aumentou de R$ 1.152,52 no mês de junho, para R$ 1.158,20, em julho. No Brasil, esse custo ficou em R$ 1.181,41, no mês.
O custo médio da construção civil no estado (R$1.158,20) colocou o Amazonas em posição intermediária na comparação com outros estados. Os menores custos ficaram por conta do Sergipe (R$ 1.006,98), Pernambuco (R$ 1.055,91) e Rio Grande do Norte (R$ 1.059,80). Os maiores ficaram por conta de Santa Catarina (R$ 1.340,30), Rio de Janeiro (R$ 1.331,0) e Acre (R$ 1.314,18).
Em julho, o custo médio por metro quadrado da componente material era de R$ 640,90 no Amazonas. Esse valor subiu para R$ 646,47 em julho.
O custo médio do material colocou o estado em posição intermediária em relação às outras unidades da federação. Os menores custos de material foram em Sergipe (R$ 549,10), Espírito Santo (R$ 555,05) e Paraná (R$ 571,03). Os estados que registraram os maiores custos foram Acre (R$ 742,35), Rondônia (R$ 698,4) e Distrito Federal (R$ 691,96).
O custo médio por metro quadrado da componente mão de obra foi R$ 511,73 em julho. O preço se manteve quase igual ao de junho (R$ 511,62).
O custo médio da mão de obra também colocou o estado em uma posição intermediária em relação às outras unidades. Os menores custos de mão de obra ficaram por conta do Sergipe (R$ 457,88), Rio Grande do Norte (R$ 465,41) e Ceará (R$ 469,60). Os maiores foram registrados no Rio de Janeiro (R$ 698,71), Santa Catarina (R$ 694,4) e São Paulo (R$ 644,73).
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