O candidato a prefeito pela coligação “Manaus pra Frente” (PR/PSC/PTdoB), Henrique Oliveira (PR), participou de encontro com representantes do Polo da Indústria Naval do Amazonas (Pinam), na manhã desta quarta-feira (12/09), no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), no Centro.
Henrique falou aos participantes sobre a construção do Polo Naval na capital amazonense. “Por mais que a gente saiba que existam tantas dificuldades para implantação do projeto desta magnitude, eu quero ser otimista e me engajar nesse projeto que tem grande potencial econômico e principalmente social”, afirmou.
Para o candidato, com a proximidade da Copa do Mundo de 2014, a Prefeitura de Manaus precisa organizar a cidade. “Nós temos esse interesse em preparar a cidade para a geração de renda e emprego, com a possibilidade de criar um novo modelo de criação de renda. A Zona Franca de Manaus é importante, gera mais de 107 mil empregos diretos. Fui relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prorrogou a Zona Franca, mas precisamos nos preparar para o futuro, que é o turismo”, declarou.
Henrique disse ainda que, caso seja eleito, terá compromisso do em ser um catalisador do desenvolvimento do município e um facilitador do Polo Naval, que segundo ele, será gerador de desenvolvimento econômico e social. “Existem possibilidades de buscar recursos junto à CAF (Corporação Andina de Fomento), governo federal e bancos internacionais. A prefeitura tem seus compromissos com educação, saúde, transporte coletivo, entre outros, mas precisa avançar”, afirmou.
O Polo Náutico e Naval do Amazonas, que está sendo desenvolvido pelo Governo do Estado em parceria com a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), terá capacidade para abrigar, produzir embarcações de pequeno, médio e grande porte. De canoas a barcos regionais, balsas, rebocadores, empurradores, lanchas esportivas, Iates de luxo, entre outros.
Em 2010, a produção naval no Estado cresceu 39,36 % em relação ao ano anterior. Com a consolidação do Polo Náutico e Naval do Amazonas, a perspectiva é que este crescimento dobre a cada ano.
Considerando as analises do mercado nacional, o Brasil importa atualmente 75% das embarcações para esporte, pesca e lazer, uma exemplo de demanda que pode ser suprida pelo Polo Náutico e Naval do Amazonas, onde a especialização na fabricação desses modelos vem sendo desenvolvida a décadas.
Obs: Texto de responsabilidade da assessoria de imprensa do candidato
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