
No dia 6 deste mês, o Sinfar/AM e o Sindidrogas/AM desistiram de um acordo, cujas tratativas já tinham avançado em audiência no 31 de janeiro deste ano. Foto: Foto Divulgação/Renan Rotondono
O dissídio coletivo de farmacêuticos no Amazonas vai a julgamento. As informações são do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR). Conforme o órgão, na última sexta-feira (6), o Sindicato dos Farmacêuticos do Amazonas (Sinfar/AM) e o Sindicato do Comércio Varejista de Drogas do Estado do Amazonas (Sindidrogas/AM) desistiram de um acordo, cujas tratativas já tinham avançado em audiência realizada em 31 de janeiro deste ano.
Nesta segunda-feira (9), o tribunal informou que o presidente do órgão, desembargador Lairto José Veloso, determinou a distribuição do dissídio coletivo relativo ao reajuste salarial dos farmacêuticos que atuam em drogarias no Amazonas a uma das Seções Especializadas do Tribunal Regional.
No dia 31 de janeiro, o presidente do TRT11 concedeu prazo de 30 dias para a formalização da proposta de acordo. No entanto, após a expiração do prazo, os sindicato dos trabalhadores e o patronal voltaram atrás e recusaram as propostas conciliatórias.
“Frustradas as tentativas de solução da controvérsia da forma mais célere, foi realizada a instrução processual e, após o encerramento, o desembargador determinou a remessa dos autos ao Ministério Público do Trabalho (MPT) para emissão de parecer”, informou o TRT11.
De acordo com o Tribunal Regional do Trabalho, após a manifestação do MPT, os autos serão distribuídos para uma das Seções Especializadas, as quais detêm a competência para julgamento de dissídios coletivos, nos termos do artigo 24 do Regimento Interno do TRT11.
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