06/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Dono de boca de fumo é preso acusado de latrocínio de empresário no Dom Pedro

Publicado em 27 de agosto, 2019

Dono de boca de fumo é preso acusado de latrocínio de empresário no Dom Pedro

Dono de boca de fumo é preso acusado de latrocínio de empresário no Dom Pedro. Fotos: Alailson Santos/ PC-AM

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (Derfd), prendeu Eduardo Souza da Costa, 24, em cumprimento a mandado de prisão preventiva pelo latrocínio do empresário Yann Victor Fonseca Rios, que tinha 21 anos. Eduardo também vai responder pela tentativa de homicídio do cunhado da vítima.

O caso foi apresentado na manhã desta terça-feira (27). Esta é a segunda prisão feita pela Derfd de envolvidos no crime, que ocorreu no dia 29 de julho, no Dom Pedro, zona centro-oeste da capital amazonense.

Dono de boca

Paulo de Tássio de Souza Picanço, 28, que utilizava um carro com aplicativo de transporte de passageiros, foi preso no mesmo dia do delito. Os dois abordaram as vítimas quando saíam de casa e roubaram R$ 900 em espécie.

“Ele confessou autoria. Após a prisão do Uber, ele fugiu, disse que viu a repercussão e estava comandando uma boca de fumo ali na zona Sul. Foi preso em via pública. As equipes ficaram constantemente, durante esse período de um mês, procurando o Eduardo, porque tínhamos a informação de que ele se mudava para fugir da polícia”, disse o titular Derfd, delegado Guilherme Torres.

Roubos e processos

Segundo a equipe policial, Eduardo Souza é suspeito de outros três roubos e já responde a cinco processos criminais. “Só depois desse crime, nós temos conhecimento de que, nos dias 18, 19 e dia 21, ele cometeu mais três roubos. Já foram identificadas as vítimas em boletins de ocorrências que foram feitos aqui. Ele foi indiciado também por mais esses três crimes”, salientou Guilherme Torres.

O crime

O adjunto da Derfd, delegado Demetrius Queiroz, explica que os presos envolvidos nesse crime falam quantias distintas que a vítima teria no momento do crime. Valores que giram entre R$ 20 mil e R$ 50 mil.

“Eduardo fala que era uma informação de R$ 20 mil. Já o Paulo, de R$ 50 mil. A vítima estava há pouco tempo naquele local, uma semana. Então, essa informação ainda está sendo trabalhada no inquérito policial, pode ter sim a participação de outras pessoas. Mas, isso a gente ainda não pode falar. O inquérito policial não terminou desse caso, agora os dois envolvidos diretos foram presos”, explicou Queiroz.

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