31/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Acusado de latrocínio de empresário no Dom Pedro é preso pela Derfd

Publicado em 26 de agosto, 2019

Acusado de latrocínio de empresário no Dom Pedro é preso pela Derfd

Acusado de latrocínio de empresário no Dom Pedro é preso pela Derfd. Foto: Reprodução

Eduardo Souza da Costa, 24, procurado como um dos envolvidos no latrocínio do empresário ramo de confecções Yann Victor Fonseca Rios, 21, e no latrocínio tentado do cunhado da vítima, um jovem de 22 anos, foi preso pela Polícia Civil, sob a coordenação dos delegados Guilherme Torres e Demetrius Queiroz, titular e adjunto, respectivamente, da Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (Derfd).

Acusado

Em 29 de julho, 24 horas após o crime, investigadores prenderam em flagrante Paulo de Tássio de Souza Picanço, 28. Segundo Guilherme Torres, a ação criminosa aconteceu na casa onde Yann morava, situada na rua Iacutã, bairro Dom Pedro. O comparsa preso agora teria contratado Paulo para roubar cerca de R$ 20 mil, que estariam em posse de Yann.

“Eduardo e Paulo esperaram Yann e o cunhado dele saírem para trabalhar e então abordaram as vítimas. Na ocasião, foi iniciada uma luta corporal entre as vítimas e os infratores. Eduardo efetuou disparos de arma de fogo em Yann e o cunhado. Em seguida, empreendeu fuga, junto com Paulo, subtraindo apenas uma pochete contendo R$ 900. Yann foi atingido por dois tiros e acabou indo a óbito no local”, explicou Torres.

Falso roubo

O titular da Derfd informou, ainda, que horas depois do delito, Paulo formalizou Boletim de Ocorrência no 18° Distrito Integrado de Polícia (DIP), noticiando um falso roubo do carro dele.

Isso chamou a atenção das equipes da Derfd. Torres disse que o carro do infrator, utilizado na ação criminosa, foi apreendido e, após campana realizada pelos policiais civis da especializada, Paulo foi preso, por volta das 22h, na rua Urandi, no bairro Alvorada.

“Em depoimento, Paulo confessou participação nos delitos. Ele alegou que tinha sido contratado por Eduardo para subtrair, supostamente, a quantia de R$ 20 mil que estaria em posse de Yann, no momento da ação criminosa. Esse fato é irreal, pois não havia esse dinheiro no lugar. Dos R$ 900 que a dupla subtraiu, Paulo disse que ficou com apenas R$ 50”, relatou Torres.

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