21/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

IML adota novo sistema que acelera identificação de corpos

Publicado em 21 de maio, 2019

IML adota novo sistema que acelera identificação de corpos

IML adota novo sistema que acelera identificação de corpos. Foto: Bruno Zanardo/ Secom

O Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) está integrando as informações do banco de impressões digitais do Registro Geral (RG) ao sistema de Laudo Digital do Instituto Médico Legal (IML).

Com a medida, o tempo para identificação de cadáveres, que durava cerca de uma semana, reduziu para um dia útil, segundo a diretora do IML, Sanmya Leite.

IML

A identificação papiloscópica (identificação humana através de impressões digitais), que é do Instituto de Identificação e contém as informações colhidas do cidadão na hora de emitir o RG, passou a ser compartilhada eletronicamente. Com isso, os peritos estão tendo acesso com maior rapidez aos dados, eliminando o envio de papéis e a tramitação física de documentos.

“Estamos eliminando esse processo burocrático do envio físico da coleta necropapiloscópica ao Instituto de Identificação, que demorava em torno de uma semana, utilizando o sistema e a informatização. Com isso, o processo está sendo acelerado”, disse a diretora do IML.

Novo sistema

De acordo com Leite, os dados são coletados no IML, incluídos no sistema para acesso do perito, e comparados com a identificação civil constante no banco de dados do Instituto de Identificação. De posse das informações, o perito pode elaborar o laudo diretamente no sistema, com a possibilidade do resultado sair em minutos.

Sistema eletrônico

A integração entre os Institutos e o envio de dados via sistema eletrônico faz parte do projeto de digitalização e informatização dos processos, denominado Laudo Digital.

Laudos digitais

Segundo a diretora do IML, há um mês o Instituto Médico Legal atua com todos os processos de emissão de laudos 100% digitais.

“A intenção é informatizar todos os processos para que possamos dar respostas mais rápidas e diminuir os custos com papel e com logística”, ressaltou.

Com a medida, o tempo para identificação de cadáveres, que durava cerca de uma semana, reduziu para um dia útil, segundo a diretora do IML, Sanmya Leite

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