Médicos das Unidades Básicas de Saúde (UBS), sob gestão da Prefeitura, têm contrato de quatro horas. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cada consulta precisa ter, no mínimo, 15 minutos de duração. Com isso, eles recebem a incumbência de atender a apenas 16 pacientes por jornada.
Problema é que tem médico chegando na correria ao consultório da UBS, atrasado e já de olho em outro compromisso, geralmente segundo emprego. Aí atendem os 16 pacientes em menos de meia hora, sem dar a devida atenção. No meio disso, no momento atual, passa doente de dengue como se estivesse com uma virose simples qualquer.
Essa deficiência precisa ser corrigida. Pela Prefeitura e pelo Conselho Regional de Medicina (CRM).
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