19/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Nova gestão da Suframa recebe o apoio da Ademi-AM

Publicado em 26 de fevereiro, 2019

O superintendente da Suframa, Alfredo Menezes, agradeceu o apoio dado pela Ademi à gestão que se inicia na autarquia. Foto: Márcio Gallo/Suframa/Divulgação

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), representada pelo seu titular, Alfredo Menezes, participou nesta terça-feira (26) da reunião da diretoria da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM), ocorrida em um hotel no bairro Adrianópolis, em Manaus. O encontro contou com a presença do presidente da entidade, Albano Máximo, do vice-presidente, Hélio Alexandre, e de representantes de seus associados, grupo que conta com empresas do setor imobiliário e consultorias jurídicas.

O superintendente Alfredo Menezes agradeceu o apoio dado pela Ademi à gestão que se inicia na Suframa e o convite para apresentar suas propostas à entidade. “Estamos buscando abordar, estrategicamente, questões que envolvem diretamente a Zona Franca de Manaus (ZFM), como a discussão acerca dos Processos Produtivos Básicos (PPBs), dos investimentos de recursos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e a infraestrutura logística da região”, disse Menezes.

Durante o encontro, o superintendente da Suframa lembrou do compromisso do presidente Jair Bolsonaro – e de sua equipe econômica – com a região e com o modelo de desenvolvimento regional, que completa 52 anos de existência no próximo dia 28. “O governo já dá andamento a iniciativas para desburocratização da parte pública relativa a pequenas e médias empresas com objetivo de fomentar o empreendedorismo, ação que contemplará, também, a região”, afirmou.

Membros da diretoria da Ademi-AM e associados parabenizaram Menezes pela forma como vem conduzindo suas ações neste início de gestão na Suframa e colocaram a entidade à disposição para colaborar no que for possível para fortalecer a atuação da Autarquia.

 

Recursos hídricos

Técnicos da Suframa e a diretoria do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Tarumã-Açu (CBHTA) discutiram o fortalecimento da gestão de recursos hídricos da região, em reunião realizada nesta terça-feira (26), na sede da autarquia.

Os Comitês de Bacias Hidrográficas são órgãos colegiados com atribuições de caráter normativo, consultivo e deliberativo de gerenciamento de recursos hídricos, destinados a atuar como “parlamentos das águas”, ou seja, fóruns participativos de decisão no âmbito de cada bacia hidrográfica. A Suframa é um dos membros do CBHTA.

A bacia hidrográfica do Tarumã-Açu possui uma área de 133.756,40 hectares. O principal curso d’água formador dessa bacia é o rio Tarumã, o primeiro afluente da margem esquerda do rio Negro. O rio tem início próximo do KM 45 da rodovia BR-174 e vai (desemboca) até a Marina do Davi, no bairro da Ponta Negra.  Parte da área da bacia está localizada no Distrito Agropecuário da Suframa (DAS).

Durante a reunião, a presidente da entidade, a bióloga Solange Damasceno, destacou alguns dos principais objetivos da atual diretoria para o fortalecimento institucional, bem como os desafios mais urgentes na preservação do ecossistema. “Queremos criar um Plano Diretor da Bacia com diretrizes para a gestão dos recursos hídricos; uma Agência das Águas para ser um braço executor das ações; aumentar a participação efetiva das comunidades locais; e avançar na paridade entre os três setores partícipes do CBHTA”, detalhou a presidente.

Técnicos da Suframa e a diretoria do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Tarumã-Açu (CBHTA) discutiram o fortalecimento da gestão de recursos hídricos da região. Foto: Divulgação

Os comitês são compostos por representantes do poder público, da sociedade civil e dos usuários. Atualmente, no CBHTA há 21 membros representantes do poder público (60%), nove da sociedade civil (26%) e cinco dos usuários (14%).

Entre os principais problemas enfrentados na bacia do Tarumã-Açu estão o descarte de lixo, uso desordenado, degradação provocada por urbanização, ocupação irregular, supressão vegetal e poluição em função da falta de tratamento de esgoto.

“Uma das ideias é instituir uma cobrança pelo uso do recurso hídrico, pois há um custo ambiental e social envolvido. Atualmente, o Amazonas concede a Outorga (licença, permissão) pelo uso da água, mas não cobra nada. Em outras bacias hidrográficas, como a do Rio São Francisco a cobrança gera cerca de R$ 31 milhões por ano e que são utilizados em atividades protetoras”, explicou Damasceno.

Durante a reunião, o coordenador de Análise e Acompanhamento de Projetos Agropecuários da Suframa, João Lucas Vieira, informou que a Autarquia possui um estudo sobre o zoneamento econômico que inclui a área do Tarumã, com dados que podem municiar o Plano de Negócios que está sendo elaborado pela entidade.
No Brasil, atualmente, há 233 comitês de bacias hidrográficas. Em MG, há, por exemplo, 34 comitês. Dono da maior bacia hidrográfica, o AM possui apenas dois comitês.

Também participaram do encontro: o vice-presidente do CBHTA, Valdemir Ferreira de Sousa, o vice-secretário executivo do CBHTA, Flávio Walchholz, além de técnicos da coordenação geral de Estudos Econômicos e Empresariais da Suframa.

Veja mais notícias em Política

RELACIONADAS

Portal do Marcos Santos
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.