18/AGO 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Presidente do TCE vai defender no TCU liberação de verbas para Arena da Amazônia

Publicado em 24 de janeiro, 2012

Uma visita ao canteiro de obras da Arena da Amazônia, hoje pela manhã, e o acompanhamento do trabalho por equipe de engenheiros do órgão levaram o presidente do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), Érico Desterro, a defender a liberação das verbas para conclusão do serviço, que estão retidas. “Esperamos que a liberação dos recursos seja acelerada, pois disso depende a saúde da obra”, disse o presidente, ao final da visita.

Érico Desterro afirma que vai pesquisar junto ao TCU as pendências da Arena da Amazônia

A Arena da Amazônia, cuja construção chegou a 33%, depende de R$ 400 milhões de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). O custo total do estádio foi orçado em R$ 499 milhões e chega a R$ 532 milhões, quando contabilizados os custos do projeto básico e de gerenciamento da obra. A diferença do investimento será custeado pelo Governo do Amazonas, que já investiu em torno de R$ 64 milhões.

Foi a primeira visita de Érico Desterro como presidente do TCE-AM à Arena. O vice-governador José Melo estava o acompanhou, assim como o conselheiro Lúcio Albuquerque, relator da comissão que acompanha as obras para a Copa 2014 em Manaus, e um grupo de técnicos do órgão. Também acompanharam a visita o coordenador da Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP-Copa), Miguel Capobiango Neto, o secretário estadual de Esporte e Lazer, Júlio César, e a secretária estadual de Infraestrutura, Waldívia Alencar. Eles foram recebidos pelo gerente comercial da construtora Andrade Gutierrez, Márcio Andrade.

“O TCE está agindo de forma acertada e pedagógica”, disse o vice governador José Melo. “Vou ao TCU (Tribunal de Contas da União) saber a situação das pendências na Arena da Amazônia”, disse Desterro. Muitas delas, segundo ele, são superáveis e podem ser ponderadas. O TCU questionou, entre outras coisas, a relação de valores da obra e o projeto.

Érico disse que tem acompanhado os esforços do Governo do Amazonas em cumprir as exigências do Bndes, da Controladoria Geral da União e do TCU. “Esperamos que as pendências sejam sanadas para que os recursos sejam logo liberados”, acrescentou.

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