A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) divulgou nota em que afirma que a paralisação dos médicos, iniciada na manhã desta segunda-feira (16.01), não interrompeu o atendimento nas unidades da Prefeitura. Segundo a nota, a adesão foi de 15% dos profissionais da categoria. Leia abaixo a íntegra da nota.
NOTA DA SEMSA SOBRE A PARALISAÇÃO DOS MÉDICOS
A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) informa que a paralisação dos médicos, iniciada na manhã desta segunda-feira (16), não interrompeu o atendimento nas unidades da Prefeitura. A adesão foi de 15% dos profissionais da categoria, lotados na rede municipal de saúde. Os gestores das unidades foram orientados a adotar todas as medidas necessárias – incluindo o remanejamento de profissionais –, para assegurar o atendimento à população e evitar maiores prejuízos.
O secretário municipal de Saúde, Francisco Deodato, esteve em algumas unidades da rede acompanhando o funcionamento e reforçando as recomendações. Também foi à Maternidade Municipal Dr. Moura Tapajóz e à Central de Regulação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), para conversar com os profissionais dessas unidades, que são de urgência e emergência – não estão inseridos na paralisação – e pedir esforço redobrado.
A Semsa continua monitorando os efeitos da paralisação e todas as medidas estão sendo adotadas para assegurar o atendimento aos usuários. A Semsa conta com 969 médicos. Desse total, 152 atuam na Maternidade Moura Tapajóz e no SAMU.
Os servidores da SEMSA possuem Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCSS) e a atual administração, desde que assumiu, em 2009, vem cumprindo rigorosamente com a data-base da categoria, o que não era feito antes. No acumulado dos últimos três anos (2009-2011), os servidores da saúde (incluindo os médicos) foram contemplados com reposição salarial de 17%.
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