
O corpo de Amaury Castro da Silva,47, vítima de latrocínio ocorrido na Venezuela, está sendo velado na Funerária Almir Neves na Rua Monsenhor Coutinho, no Centro de Manaus.
O enterro será realizado às 11h, desta terça-feira (16), no cemitério Parque Tarumã, na Avenida do Turismo. Amaury era funcionário da empresa Rico Táxi Aéreo há mais de 18 anos e chefiava o Departamento Administrativo-Financeiro da companhia.
“Ele era um cara pacato, tranquilo, calmo. Trabalhamos juntos por mais de 13 anos. Ele não era um cara de confusão. Era um homem muito família”, relembrou o colega Marconi Chagas.
Chagas foi um dos primeiros amigos de Amaury a relatar a morte do colega pelas redes sociais. Ele acompanhou toda a logística do translado do corpo para Manaus.
O corpo de Amaury chegou ontem a noite por volta das 19h, no Aeroporto ‘Eduardinho’ e quando o avião pousou na pista foi recebido com jatos de água, uma homenagem dos funcionários da Rico ao colega.
Sobre a viagem para Venezuela, Chagas afirma que a violência nas estradas da Venezuela, sobretudo a noite é iminente. “O problema não é Margarita. O problema é a marginalidade nas estradas e a noite fica complicado porque não há iluminação”, disse.
Roubo e morte
Amaury foi morto no domingo (14) com um tiro no peito quando viajava com a esposa e dois filhos para a Venezuela. Ele fazia parte de um comboio e ficou em desvantagem por estar dirigindo um carro de passeio e à noite.
Um veículo atingiu o Corsa Sedan que ele conduzia e os ocupantes do veículo dispararam tiros, um deles atingiu Amaury e o grupo levou todos os pertences da família. Era a primeira vez que Amaury fazia essa viagem.
Veja mais notícias em Cidade