
Governador afirma que benefício será dobrado para pais e mães atípicos e apresenta medidas voltadas à inclusão durante ato na zona Norte de Manaus. (Foto: Divulgação)
O governador e candidato à reeleição Roberto Cidade (União Progressista) apresentou, na noite desta terça-feira (11), a proposta de ampliar o Auxílio Estadual de R$ 150 para R$ 250 mensais. O anúncio foi feito durante uma mobilização política no bairro Novo Aleixo, na zona Norte de Manaus, que reuniu apoiadores e lideranças da coligação.
O encontro foi organizado pelo deputado estadual e candidato à reeleição Wanderley Monteiro (União Progressista), e, segundo a organização, reuniu mais de 5 mil pessoas.
Durante o evento, Roberto Cidade afirmou que, caso reeleito, pretende criar um valor diferenciado para famílias atípicas beneficiadas pelo programa. Pela proposta, pais e mães de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) cadastrados no Auxílio Estadual passariam a receber R$ 500 por mês.
“Para as mães e pais atípicos que estiverem cadastrados no Auxílio Estadual, nós vamos dobrar para R$ 500, porque eles merecem. O que estamos apresentando são propostas reais e viáveis”, afirmou.
Além da ampliação do benefício, o plano de governo da coligação prevê a implantação de novos Centros de Atenção Integral à Criança com Transtorno do Espectro Autista (Caics TEA) e a criação do Centro TEA Amazonas, com atendimento multidisciplinar e estrutura voltada ao desenvolvimento, inclusão e apoio às famílias.
Segundo Roberto Cidade, o programa de governo está estruturado em três eixos: fortalecimento das políticas sociais, geração de emprego e renda por meio de novas matrizes econômicas e investimentos em educação, tecnologia, inovação e inteligência artificial.
Durante a mobilização, Wanderley Monteiro destacou a união do grupo político e afirmou que o objetivo é ampliar os investimentos no desenvolvimento do estado.
O evento também contou com a presença do ex-governador e candidato ao Senado Wilson Lima.
Entre os participantes, a enfermeira Caroline Antunes, de 37 anos, avaliou que o aumento do benefício pode representar um reforço importante para famílias em situação de vulnerabilidade, especialmente mães solo responsáveis pelo sustento dos filhos.
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