06/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Hall da Fama do COB ganha novos ídolos do esporte olímpico brasileiro

Publicado em 09 de abril, 2026

Hall da Fama do COB ganha novos ídolos do esporte olímpico brasileiro

Oscar, Ricardo, Emanuel, Alex Welter e Lars Björkström são celebrados (Foto: Alexandre Loureiro/COB)

Em cerimônia realizada na noite desta quarta-feira (8) no hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) eternizou cinco grandes ídolos olímpicos em seu Hall da Fama. Os homenageados foram Alex Welter e Lars Björkström, da vela, Ricardo Santos e Emanuel Rego, do vôlei de praia, e Oscar Schmidt, do basquete.

Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro, foi primeiro homenageado da noite. O Mão Santa, que é o recordista brasileiro em participações olímpicas, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição.

O Hall da Fama do COB teve uma novidade nesta edição, a inauguração das categorias de duplas e equipes, que reconhecem o fato de que muitos dos maiores feitos olímpicos são construídos por trabalho conjunto.

E os primeiros homenageados foram Alex Welter e Lars Björkström, que, nos Jogos de Moscou (1980), conquistaram a medalha de ouro na classe tornado, feito que encerrou um jejum de 24 anos sem títulos olímpicos do Brasil desde o bicampeonato de Adhemar Ferreira da Silva, em 1956.

Os últimos homenagens da noite foram Ricardo Santos e Emanuel Rego, uma das parcerias mais marcantes da história do vôlei de praia. Campeões mundiais em Copacabana, em 2003, medalhistas de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004) e de bronze em Pequim (2008), a dupla também construiu uma carreira vitoriosa no Circuito Mundial e no Circuito Brasileiro.

“Nossos heróis olímpicos receberam hoje, no icônico Copacabana Palace, o justo reconhecimento por nos ajudarem a construir a história do esporte brasileiro, passarão a integrar o nosso Hall da Fama. Nossa Nação Esportiva não se constrói apenas com resultados presentes. Ela se molda também com memória, com respeito ao passado e com a valorização daqueles que abriram caminhos e que sempre vão inspirar gerações. Preservar essas histórias é preservar a essência do movimento olímpico brasileiro e fortalecer o caminho que queremos seguir. O Hall da Fama cumpre exatamente essa missão”, declarou o presidente do COB, Marco La Porta.

Agência Brasil

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