25/AGO 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Projeto do TJAM com quatro tribunais da Região Norte recebe Selo ‘Judiciário Inovador’ do CNJ

Publicado em 25 de agosto, 2026

Projeto do TJAM com quatro tribunais da Região Norte recebe Selo “Judiciário Inovador” do CNJ

Projeto de implantação de assistente virtual para o público interno do Tribunal de Justiça do Amazonas e outros tribunais da Região Norte foi reconhecido com o Selo “Judiciário Inovador”, pelo Conselho Nacional de Justiça, no âmbito do “3.º Prêmio de Inovação do Poder Judiciário”, por ter alcançado a faixa de reconhecimento prevista no regulamento da premiação.

Trata-se do projeto “Uirapuru – Unidade Inteligente de Respostas Administrativas, Procedimentos, Utilidades e Rotinas”, desenvolvido pela Seção do Laboratório de Inovação da Secretaria de Planejamento do TJAM, em parceira com os Laboratórios de Inovação dos Tribunais de Justiça do Acre, Roraima, Rondônia e Tocantins.

Segundo a equipe responsável, o projeto deverá ser implementado na intranet até dezembro deste ano e o objetivo é desenvolver e implantar um assistente virtual institucional que centralize o atendimento informacional aos servidores dos Tribunais de Justiça envolvidos, reduzindo o tempo de resposta e o volume de demandas repetitivas dirigidas às unidades administrativas.

Atendimento

Isso decorre da necessidade de modernizar o atendimento interno, reduzir o tempo de resposta ao servidor e liberar as equipes das unidades para atividades de maior complexidade. O sistema permitirá que servidores consultem informações sobre procedimentos, normas, formulários e fluxos de trabalho de maneira instantânea, reduzindo a dependência de canais descentralizados como telefone e e-mail.

Segundo a servidora Gizelly Caroline França Guimarães, chefe de Seção do Laboratório de Inovação do TJAM, o projeto Uirapuru representa uma oportunidade concreta de transformar a inovação em uma ferramenta de apoio ao trabalho de magistrados e servidores. “O Uirapuru nasce de uma necessidade muito presente no cotidiano do Judiciário: facilitar o acesso à informação, reduzir o tempo gasto na busca por orientações e tornar os processos de trabalho mais simples, eficientes e acessíveis”, explica a servidora.

Servidores

Ela salienta que para os servidores isso significa contar com uma ferramenta capaz de apoiar a rotina, localizar informações, orientar procedimentos e facilitar o acesso ao conhecimento institucional. “Em vez de perder tempo procurando uma informação em diferentes documentos, sistemas ou setores, o servidor poderá ter um ponto de apoio mais rápido e organizado”, destaca. E para magistrados, a iniciativa também pode contribuir para uma atuação mais eficiente, especialmente ao facilitar o acesso a informações institucionais, fluxos, orientações e conhecimentos necessários ao desenvolvimento das atividades jurisdicionais e administrativas, acrescenta a servidora.

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