
Projeto do TJAM com quatro tribunais da Região Norte recebe Selo “Judiciário Inovador” do CNJ
Projeto de implantação de assistente virtual para o público interno do Tribunal de Justiça do Amazonas e outros tribunais da Região Norte foi reconhecido com o Selo “Judiciário Inovador”, pelo Conselho Nacional de Justiça, no âmbito do “3.º Prêmio de Inovação do Poder Judiciário”, por ter alcançado a faixa de reconhecimento prevista no regulamento da premiação.
Trata-se do projeto “Uirapuru – Unidade Inteligente de Respostas Administrativas, Procedimentos, Utilidades e Rotinas”, desenvolvido pela Seção do Laboratório de Inovação da Secretaria de Planejamento do TJAM, em parceira com os Laboratórios de Inovação dos Tribunais de Justiça do Acre, Roraima, Rondônia e Tocantins.
Segundo a equipe responsável, o projeto deverá ser implementado na intranet até dezembro deste ano e o objetivo é desenvolver e implantar um assistente virtual institucional que centralize o atendimento informacional aos servidores dos Tribunais de Justiça envolvidos, reduzindo o tempo de resposta e o volume de demandas repetitivas dirigidas às unidades administrativas.
Isso decorre da necessidade de modernizar o atendimento interno, reduzir o tempo de resposta ao servidor e liberar as equipes das unidades para atividades de maior complexidade. O sistema permitirá que servidores consultem informações sobre procedimentos, normas, formulários e fluxos de trabalho de maneira instantânea, reduzindo a dependência de canais descentralizados como telefone e e-mail.
Segundo a servidora Gizelly Caroline França Guimarães, chefe de Seção do Laboratório de Inovação do TJAM, o projeto Uirapuru representa uma oportunidade concreta de transformar a inovação em uma ferramenta de apoio ao trabalho de magistrados e servidores. “O Uirapuru nasce de uma necessidade muito presente no cotidiano do Judiciário: facilitar o acesso à informação, reduzir o tempo gasto na busca por orientações e tornar os processos de trabalho mais simples, eficientes e acessíveis”, explica a servidora.
Ela salienta que para os servidores isso significa contar com uma ferramenta capaz de apoiar a rotina, localizar informações, orientar procedimentos e facilitar o acesso ao conhecimento institucional. “Em vez de perder tempo procurando uma informação em diferentes documentos, sistemas ou setores, o servidor poderá ter um ponto de apoio mais rápido e organizado”, destaca. E para magistrados, a iniciativa também pode contribuir para uma atuação mais eficiente, especialmente ao facilitar o acesso a informações institucionais, fluxos, orientações e conhecimentos necessários ao desenvolvimento das atividades jurisdicionais e administrativas, acrescenta a servidora.
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