
Países que disputam a final de 2026 também receberão jogos do próximo Mundial e apostam na renovação para brilhar diante da torcida. (Foto: Reprodução)
Independentemente do resultado da final da Copa do Mundo de 2026, Espanha e Argentina já começam a olhar para o próximo ciclo. As duas seleções, além de decidirem o título neste domingo (19), terão a oportunidade de disputar o Mundial de 2030 diante de seus torcedores, já que estão entre os países que sediarão a competição.
A edição de 2030 marcará o centenário da Copa do Mundo. A Fifa definiu Espanha, Portugal e Marrocos como sedes principais, enquanto Argentina, Uruguai e Paraguai receberão partidas comemorativas da abertura do torneio.
A seleção espanhola chega ao fim do Mundial de 2026 com uma das equipes mais jovens entre as principais potências do futebol. Jogadores como Lamine Yamal, Pau Cubarsí, Gavi, Pedri e Nico Williams deverão formar a base da equipe também em 2030.
Outros atletas experientes, como Rodri, Fabián Ruiz, Dani Olmo e Marc Cucurella, ainda poderão integrar o elenco, enquanto jovens promessas, como o volante Marc Bernal e o atacante Samu Aghehowa, despontam como opções para a renovação da equipe.
Do lado argentino, o processo de renovação será mais intenso. Lionel Messi já confirmou que a Copa de 2026 será sua última, abrindo espaço para uma nova liderança na equipe comandada por Lionel Scaloni.
Enzo Fernández, Julián Álvarez, Thiago Almada, Nico Paz, Lisandro Martínez e Cristian Romero aparecem entre os nomes cotados para assumir protagonismo no próximo ciclo.
Outra grande promessa é Franco Mastantuono. Revelado pelo River Plate e atualmente no Real Madrid, o meia-atacante é considerado um dos principais talentos da nova geração argentina e deverá chegar à Copa de 2030 com apenas 22 anos.
Com quatro anos pela frente, tanto Espanha quanto Argentina ainda deverão revelar novos jogadores, mantendo a tradição de formar talentos capazes de disputar espaço entre os principais nomes do futebol mundial.
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