19/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Na Ilha, Sejusc ativa Sala Humanizada dentro do Bumbódromo para acolhimento em casos de violações de direitos

Publicado em 26 de junho, 2026

Na Ilha, Sejusc ativa Sala Humanizada dentro do Bumbódromo para acolhimento em casos de violações de direitos

O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), ativou nesta quinta-feira (25/06) a Sala Humanizada no Bumbódromo, em Parintins (a 369 quilômetros de Manaus). O espaço será para atendimento emergencial de violações de direitos, orientações e encaminhamentos, acolhendo mulheres, crianças e adolescentes e qualquer tipo de violações de direitos durante o 59º Festival.

Segundo a secretária da Sejusc, Jussara Pedrosa, é a primeira vez que o festival conta com um espaço de atendimento especializado, escuta humanizada e encaminhamentos à rede de proteção. “É um espaço criado para assegurar acolhimento e proteção. Isso reforça o compromisso do Governo do Amazonas em promover um festival mais seguro, com respeito, cuidado para assegurar direitos”, reforça.

A Sala Humanizada busca evitar a revitimização, assegurando um atendimento mais humanizado e qualificado, com fluxos específicos para cada público atendido.

Integração

A estrutura também conta com a atuação integrada da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), possibilitando o registro de Boletim de Ocorrência (B.O) em casos específicos no mesmo local, quando necessário. Além do encaminhamento à Secretaria de Saúde (SES-AM), em casos de violência. A medida busca agilizar os atendimentos e reduzir o deslocamento das vítimas, assegurando mais acolhimento e eficiência nos encaminhamentos.

O fluxo de atendimento contará com a articulação de órgãos e serviços especializados, como saúde, assistência social, Conselho Tutelar, Delegacia Especializada, Serviço de Apoio à Mulher, Idoso e Criança (Samic) e demais instituições competentes, respeitando os protocolos específicos definidos para cada situação.

Além do acolhimento inicial, as equipes técnicas realizam escuta humanizada, orientações e encaminhamentos à rede de proteção, conforme a necessidade identificada em cada caso. A proposta é assegurar que mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência ou outras violações de direitos encontrem, em um único local, atendimento especializado e acesso aos serviços necessários para assegurar sua proteção e bem-estar.

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