25/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Re-Pa 782 reforça rivalidade centenária marcada por equilíbrio e quase dois mil gols

Publicado em 01 de março, 2026

Re-Pa 782 reforça rivalidade centenária marcada por equilíbrio e quase dois mil gols

Clássico entre Remo e Paysandu mantém imprevisibilidade após mais de 780 confrontos e números quase idênticos. (Foto: Reprodução)

Com mais de um século de história, o duelo entre Clube do Remo e Paysandu Sport Club segue como um dos confrontos mais equilibrados do futebol brasileiro. O clássico já reuniu gerações de torcedores, acumulando centenas de partidas, milhares de gols e uma rivalidade que ultrapassa as quatro linhas.

Até aqui, foram 781 encontros oficiais, com 1.975 gols marcados. O retrospecto geral aponta leve vantagem azulina: 270 vitórias do Remo, que soma 988 gols. O Paysandu aparece logo atrás, com 245 triunfos e 987 gols. Os 266 empates reforçam o caráter imprevisível do clássico.

No Campeonato Paraense, o equilíbrio também prevalece. Em 362 partidas, o Remo venceu 126 vezes, contra 111 do Paysandu, além de 125 empates. No ataque, a diferença é mínima: 430 gols azulinos contra 426 bicolores.

Quando o palco é o Campeonato Brasileiro, a história não muda. Em 35 jogos válidos por competições nacionais, o Remo venceu 11 vezes, o Paysandu 10, e 14 terminaram empatados. O dado mais curioso é o número idêntico de gols: 40 para cada lado.

O clássico também coleciona resultados expressivos. A maior goleada pertence ao Paysandu, que venceu por 7 a 0 em 1945. O Remo respondeu com um 7 a 2 em 1939. Já a maior invencibilidade ficou com o Leão Azul, que passou 33 partidas sem perder entre 1993 e 1997.

Entre os personagens históricos, Hélio figura como maior artilheiro do confronto, com 47 gols pelo Paysandu. O recorde de participações é do atacante Quarentinha, que disputou 135 partidas com a camisa bicolor.

O Re-Pa 782 acrescenta mais um episódio a essa rivalidade histórica. Neste domingo (1º), Remo e Paysandu voltam a se enfrentar pela final do Parazão 2026, às 17h, no Mangueirão, mantendo viva a tradição do chamado Clássico Rei da Amazônia.

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