06/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Reitora da Ufam ministra palestra sobre mudanças climáticas durante encontro de dança

Publicado em 30 de agosto, 2025

Reitora da Ufam ministra palestra sobre mudanças climáticas durante encontro de dança

A reitora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), professora Tanara Lauschner, foi a convidada da palestra magna do 4º Encontro dos Profissionais da Dança do Amazonas (Enprodam), realizado nesta sexta-feira (29), no auditório do Palacete Provincial, no Centro de Manaus.

Com o tema “Mudanças Climáticas e Políticas de Ciência e Tecnologia na Amazônia”, Tanara abordou os desafios e as perspectivas da região diante da crise climática, destacando a importância da produção científica amazônica para subsidiar políticas públicas voltadas à sustentabilidade. Ela ressaltou a necessidade de investir em energias renováveis, mobilidade sustentável e planejamento urbano, como eixos estratégicos para a construção de um futuro mais justo e resiliente na Amazônia.

Palestra

Durante a palestra, a reitora destacou a pertinência do tema escolhido para o encontro. “É muito significativo que o tema deste evento seja a justiça climática. Mudança climática e justiça climática não são a mesma coisa. Quando falamos em justiça climática, estamos dizendo que as soluções precisam ser democratizadas e distribuídas de forma justa. Os impactos não podem recair justamente sobre aqueles que menos contribuíram para esse problema global”, afirmou.

Relações

Ao refletir sobre a conexão entre dança e justiça climática, Tanara ressaltou o papel transformador da arte: “A relação é direta. Assim como nas universidades públicas, onde trabalhamos com sensibilização e educação ambiental, a dança pode ser uma poderosa ferramenta de sensibilização. Vocês têm a capacidade de traduzir conceitos complexos em linguagens mais acessíveis, por meio da arte, da cultura e do movimento. Além disso, é importante adotar práticas sustentáveis nos espetáculos e nas ações culturais. A dança também pode contribuir politicamente, valorizando saberes tradicionais e a nossa cultura. Os povos indígenas mantêm a floresta em pé há séculos, e precisamos respeitar essa sabedoria. Assim como na dança, cada gesto importa. E, diante da crise climática, cada ação também importa”, destacou.

O Enprodam, que nesta edição tem como eixo o tema “Corpos-Floresta: Dança por Justiça Climática”, busca promover diálogos entre arte, ciência e sociedade, reforçando o papel da dança como expressão de resistência e consciência ambiental

Veja mais notícias em Cidade

RELACIONADAS

Portal do Marcos Santos
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.