
Foto: Divulgação
Em Itacoatiara (distante 176 quilômetros de Manaus), um grupo de professores da Secretaria de Estado de Educação do Amazonas (Seduc-AM) e da Secretaria Municipal de Educação (Semed) participaram de uma formação em Justiça Restaurativa. O programa busca não apenas resolver conflitos, mas promover o diálogo, a empatia e a restauração de relações entre as partes envolvidas.
A Justiça Restaurativa se apresenta como uma alternativa ao sistema penal tradicional e foca na reparação dos danos e no fortalecimento das relações sociais. No contexto escolar, essa abordagem é vital, pois contribui para um ambiente mais harmonioso e colaborativo entre alunos, professores e comunidade.
No Amazonas, o programa é desenvolvido pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), de acordo com diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A implementação da Justiça Restaurativa nas escolas, traz inúmeros benefícios à população, entre eles:
– A promoção da paz, pois contribui para a redução da violência e conflitos nas instituições de ensino.
– O desenvolvimento de competências sociais porque ajuda os alunos a desenvolverem habilidades como empatia, comunicação e resolução pacífica de conflitos.
– O fortalecimento das comunidades, uma vez que ao promover o envolvimento das famílias e comunidades no processo cria-se um senso de pertencimento e responsabilidade coletiva.
– A melhoria do desempenho escolar, pois ao se criar ambientes mais seguros e acolhedores resultará no favorecimento da aprendizagem e no desenvolvimento integral dos estudantes.
Veja mais notícias em Geral