
Tadeu de Souza relembra vida no interior e conhecimento sobre dificuldades dos ribeirinhos
Nas últimas semanas, o vice-governador do Amazonas, Tadeu de Souza (Avante), tem usado as redes sociais para apresentar sua trajetória de vida até ocupar o cargo para o qual foi eleito hoje em dia.
Dentre os pontos destacados por ele está o período em que viveu no interior do estado, em Manacapuru, distante 68 quilômetros de Manaus.
Tadeu nasceu na capital em 1972 porque não havia, à época, uma maternidade no município. A falta de estrutura na saúde pública obrigou os familiares de Tadeu a procurarem atendimento médico na cidade grande. O vice-governador passou boa parte de sua vida em Manacapuru com seus irmãos e seus pais até a mudança definitiva para Manaus na década de 1980.
“Viver no interior é, acima de tudo, saber que as dificuldades são dobradas. A questão da logística, as grandes distâncias e a escassez de serviços públicos obrigaram os meus pais a tomarem a decisão de mudar de vez para Manaus, assim como milhares de amazonenses fizeram diante do crescimento da Zona Franca. A minha vivência me permitiu conhecer as dificuldades dos ribeirinhos. Eu fiz parte dessa realidade e, por isso, colaboro, como gestor público, com políticas que levem mais infraestrutura e dinamizem a economia dos municípios”, ressalta Tadeu.
Analistas avaliam que Tadeu de Souza tem, portanto, um diferencial diante dos demais políticos locais que devem fazer parte do processo eleitoral em 2026: conhecer, na pele, a realidade de quem vive nos municípios.
Dentre as principais ações voltadas ao interior que tiveram a participação do vice-governador, está a entrega da primeira reforma e ampliação em 37 anos da Unidade Hospitalar Clóvis Negreiros, em Boa Vista do Ramos (a 271 quilômetros de Manaus). As obras foram realizadas por meio de parceria entre o Governo do Estado e a prefeitura do município, com R$ 1 milhão em recursos estaduais.
Além disso, o vice-governador se destaca no fortalecimento da agenda ambiental do governo estadual, com destaque para a defesa da bioeconomia como matriz complementar à indústria, o potencial da geração de energia limpa e a interiorização da transição energética, com foco na geração de emprego e renda nos municípios.