11/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Amazonas confirma 2.373 casos de esporotricose animal, entre janeiro e esta terça-feira (26)

Publicado em 26 de novembro, 2024

Foto: Divulgação/Eduardo Prado/FVS-RCP

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), divulga, nesta terça-feira (26/11), o informe epidemiológico de esporotricose humana e animal, uma infecção subcutânea causada por fungos do gênero Sporothrix.

O documento está disponível no site FVS-RCP: www.fvs.am.gov.br . O informe é dividido em dados de esporotricose humana e animal, notificados à FVS-RCP e é atualizado mensalmente, na última terça-feira do mês.

Esporotricose humana

No Amazonas, de janeiro até o dia 26 de novembro, foram notificados 1.443 casos de esporotricose humana, sendo 1.078 confirmados e 184 estão em investigação. Não há óbitos relacionados à doença. Os casos confirmados correspondem a pessoas residentes em Manaus (1.038), Presidente Figueiredo (28), Barcelos (7), Urucurituba (4) e Careiro (1).

Esporotricose animal

No Amazonas, de janeiro a 26 de novembro, foram notificados 3.030 casos de esporotricose animal, sendo 2.373 confirmados, em tratamento 1.437. Foram registradas 924 eutanásias/óbitos. A maior quantidade de animais é de gatos (97,9%), seguidos de cães (2,1%). Os animais envolvidos são, em maioria (67%), machos.

Sobre a esporotricose

A esporotricose é uma infecção por fungos do gênero Sporothrix, que vive naturalmente no solo, em cascas de árvores e na vegetação em decomposição, podendo infectar humanos, gatos, cães e outros mamíferos.

A transmissão para humanos ocorre pela implantação do fungo na pele ou mucosa, por meio de contato com espinhos, palha ou lascas de madeira que estiveram em contato com vegetais em decomposição contaminados pelo fungo. Em caso de suspeita de esporotricose humana, procurar uma unidade de saúde.

Os animais podem transmitir a doença para humanos e outros animais por meio de arranhadura, mordedura ou lambedura e pelo contato com secreções respiratórias e lesões na pele e mucosas.

A orientação é evitar que cães e gatos saiam às ruas sem supervisão, isso reduz o risco de infecção por esporotricose. Em caso de suspeita de esporotricose animal, a orientação é levar o animal ao veterinário, com urgência.

Veja mais notícias em Cidade

RELACIONADAS

Portal do Marcos Santos
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.