
“Apenas o Fim do Mundo”. Foto: Divulgação
Nesta quarta-feira (02/10), a primeira sessão do Festival de Teatro da Amazônia 2024 inicia às 19h, com Magiluth, de Pernambuco, e o espetáculo “Apenas o Fim do Mundo”, no Centro Cultural Palácio Rio Negro (avenida Sete de Setembro, 1.549, Centro de Manaus). A classificação é de 16 anos. A entrada para todas as sessões é gratuita.
O texto conta a história de um homem que regressa à casa dos familiares para dar a notícia de que vai morrer. Ao compreender que é o momento de regressar, após anos distante, e contar pessoalmente do seu fim, ele reencontra a mãe, a irmã, o irmão e conhece a cunhada. Na tentativa de se comunicar, de dizer quem é e como anda, os seus desejos e as suas dores, ele não fala, apenas escuta. É esta a incrível força desta peça: nada é dito e, no entanto, há uma enxurrada de palavras.
Às 20h, no Teatro Amazonas (Largo de São Sebastião, Centro), tem convidado especial: o Grupo de Teatro Renascer Izael Tavares, da Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (FUnATI), com “Estórias que meu pai contou”, de indicação livre.
A montagem mostra as tradições, a música, a dança e a religiosidade do povo ribeirinho amazonense. Ao todo, o espetáculo conta com cerca de 30 atores, entre alunos do grupo e participações especiais de convidados.

“Estórias que meu pai contou”. Foto: Divulgação
Pela Mostra Ednelza Sahdo, a Cia Teatral HG20, de Brasília, leva “Outra História de Amor”, às 22h, ao Teatro Gebes Medeiros (avenida Eduardo Ribeiro, 937, Centro). Classificação 14 anos.
Com dramaturgia e direção do diretor teatral Zé Regino, a obra retrata o casal Maria Lúcia (Ruth Guimarães) e Edgar (Humberto Pedrancini). Juntos há décadas, eles falam sobre relacionamento, sexualidade e sobre a coragem de seguir sonhos e desmistificar o envelhecimento, naturalizando o processo do envelhecimento.

“Outra História de Amor”. Foto: Divulgação
O FTA é apresentado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, via Ministério da Cultura – Governo Federal: União e Reconstrução, e pelo Nubank, realizado pela Federação de Teatro do Amazonas (Fetam), com apoio da WEG e do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Icbeu Manaus, Amazonas Shopping, Faculdade Martha Falcão Wyden, Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Escola Superior de Artes e Turismo da Universidade do Estado do Amazonas (Esat/UEA), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Teatro Lambe-Lambe Estudo, Pesquisa e Prática-UEA, Ibis Styles e Abaré Central.