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O Instituto Médico Legal (IML) confirmou que a ossada de um bebê que foi encontrada no dia 3 de novembro, na comunidade Parque Mauá, bairro Mauazinho, zona Leste de Manaus, é do filho de Débora Alves da Silva, que foi assassinada em julho deste ano. A jovem, que tinha 18 anos, estava grávida de 8 meses e foi estrangulada, morta, teve a barriga cortada com uma faca de cozinha para que o bebê fosse arrancado e depois foi queimada.
O pai da criança, Gil Romero, foi acusado junto com José Nilson Azevedo da Silva de cometer o crime. Romero não queria assumir a paternidade porque já estava em outro relacionamento e decidiu matar Débora.
Ele havia contado à polícia que o corpo do bebê havia sido colocado dentro de um saco de estopa, com vários pedaços de ferro, e depois jogado no rio. Mas, essa versão não foi bem aceita pelos familiares da vítima.
A família, então, realizou buscas pelo local onde o corpo de Débora foi encontrado, na comunidade Parque Mauá, e acharam a ossada de um bebê na mesma área.
A mãe de Débora, Rita de Cássia, contou que o laudo pericial do Departamento de Polícia Técnico-Científico (DPTC) confirmou que a ossada humana encontrada no dia 3 de novembro era do bebê que Débora estava esperando. E nesta quinta-feira (14), o IML também confirmou a identidade dos restos mortais.