
Autópsia não localizou o bebê de Débora, dizem familiares. Foto: Divulgação
A família de Débora da Silva Alves, jovem grávida que foi assassinada com requintes de crueldade, acredita que o bebê que ela carregava ainda pode estar vivo. Os familiares fizeram declarações à imprensa durante o velório de Débora ocorrido neste sábado (5). De acordo com as informações repassadas, a autópsia realizada pelo Instituto Médico Legal (IML) não localizou o bebê.
Débora estava grávida de 8 meses e foi atraída para uma emboscada pelo pai do bebê e principal suspeito do crime, Gil Romero Machado Batista, 41. A Polícia prendeu “Nego”, suspeito ter ajudado a ocultar o cadáver da jovem. “Nego” deu detalhes do crime aqui. Gil está sendo procurado pela polícia.
A mãe de Débora, Paula Christina, declarou durante o sepultamento: “Quero pedir que encontrem esse homem, não para fazer maldade, mas para ele dizer onde está o bebê. A gente precisa saber disso. É só isso que peço, eu só quero que encontrem o bebê ou o que sobrou dele. Mas, tenho certeza que meu neto está vivo. Quem ver ele, não faça nada, porque preciso dele para dizer onde está o meu neto”, disse a mãe de Débora.
O pai da jovem vítima, Júnior Alves, também acredita que o neto, que seria batizado de Arthur, possa estar vivo. “Cadê o Arthur que ninguém vê? Precisamos saber onde está o Arthur. Acredito que tiraram a criança viva, porque foram realizadas três autópsias e não apareceu a criança. Tiraram a criança e a criança pode estar viva. Meu neto, meu primeiro neto. Esse monstro tirou a minha filha e tirou o meu neto”, declarou ele em vídeo que circula nas redes sociais.
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