
O tenente-coronel é ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro. Foto: Divulgação
O tenente-coronel Mauro Cid Barbosa, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, ficou em silêncio durante o seu depoimento na sede da Polícia Federal (PF), em Brasília. Ele foi chamado para depor, hoje (18) à tarde, no caso das supostas fraudes na emissão de certificados de vacinação contra a Covid-19, e ficou 30 minutos na PF.
Em razão dessa investigação, Cid foi preso há 15 dias, no Batalhão de Polícia do Exército de Brasília. Ele alegou que não teve acesso ao conteúdo integral da investigação e, diante disso, a PF não insistiu em fazer perguntas. Também foi questionado sobre os atos golpistas de janeiro e as movimentações financeiras dos antigos ocupantes do Palácio da Alvorada.
Cid é suspeito de ser responsável pelos certificados de vacinação no nome dele e de sua esposa, bem como do ex-presidente Bolsonaro e de sua filha menor de idade.
A PF quer obter também esclarecimentos sobre indícios obtidos durante a Operação Venire, segundo os quais Cid teria feito movimentações financeiras para pagar dívidas da família de Bolsonaro.
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