
Foto: Divulgação/Marcio James/Secretaria de Cultura e Economia Criativa
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Amazonas (SEC-AM) retomou, nesta segunda-feira (15/05), no Cineteatro Guarany, as reuniões setoriais com os trabalhadores da cultura que poderão acessar o recurso da Lei Paulo Gustavo, que prevê recurso federal como ação emergencial de fortalecimento das classes artísticas em vulnerabilidade pós-período pandêmico.
A primeira reunião foi com o setor de audiovisual ainda pela manhã. O público foi composto por produtores, cineastas, atores, entre outros profissionais ligados ao setor do audiovisual, que irá concentrar o maior volume de oportunidades no certame. O recurso é obtido via Fundo Nacional de Cultura e Fundo Setorial do Audiovisual.
A advogada Anne Paiva é assessora jurídica da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e acompanha desde o início todas as conversas com sociedade civil, atualizando as minutas e incluindo as especificidades de acordo com o relato dos trabalhadores da cultura presentes nas reuniões.
“O Amazonas irá receber cerca de R$ 85 milhões e o audiovisual amazonense receberá diretamente, quase R$ 40 milhões, que engloba ações de edição de filme gratuitas, manutenção de salas de cinema, cineclubes e essa lei tem diversas ações que irão alimentar a categoria de audiovisual”, afirma Anne.
O diretor do Teatro Buia, Tércio Silva, avalia com otimismo o novo momento e oportunidade para a cultura amazonense. A reunião setorial para teatro, circo e performance aconteceu pelo período da tarde e também contou com a participação destas classes artísticas.
“A gente vê a Lei Paulo Gustavo como uma retomada do setor. São ações que vêm do governo federal, mas que estão indo ao encontro de ações do governo estadual e do município para gente dar um ‘boom’ na cultura do Estado. A gente tem uma expectativa muito grande para esse recurso. A gente vai conseguir movimentar de fato a economia da cultura daqui”, reforça o artista.
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