No Brasil, venda de vacinas contra Covid-19 para clínicas particulares começa em maio

A AstraZeneca é o único laboratório, até o momento, que confirma as negociações. Foto: Divulgação

A partir do dia 22 de maio, clínicas e empresas privadas do Brasil poderão comprar vacinas contra a Covid-19, sem a necessidade de doação ao Sistema Único de Saúde (SUS). A data marca o fim da Emergência em Saúde Pública de importância Nacional (Espin), determinado por meio de portaria.

Já há negociações em andamento com a AstraZeneca Brasil, único laboratório que confirmou até o momento, por meio de nota. “As primeiras doses devem ser entregues às instituições ainda em maio. Quanto à disponibilização ao público final, fica a cargo de cada instituição”, informa a nota.

A Janssen e a Pfizer divulgaram que não estão em negociação com o setor privado, e os seus fornecimentos ainda são exclusivos para o governo federal.

E a CoronaVac, cuja produção é feita pelo Instituto Butantan, só possui registro de uso emergencial na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), logo, não entraria na lista de imunizantes que poderiam ser comercializados.

De acordo com a lei 14.125, que foi aprovada em março de 2021, as clínicas podem adquirir os imunizantes, mas com a condição de doação de todas as doses ao SUS, enquanto houver a vacinação do grupo prioritário. Essa medida perde a vigência com o fim da emergência sanitária.

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