Após decreto que reduz o IPI, prefeito reúne políticos e representantes da indústria e do comércio em defesa da ZFM

A reunião será realizada na segunda-feira (28), no Palácio Rio Branco. Foto: Divulgação/Dhyeizo Lemos/Semcom

O prefeito de Manaus, David Almeida, iniciou um movimento em defesa da Zona Franca de Manaus (ZFM) menos de 24 horas após a publicação do Decreto nº 10.979 do governo federal que reduz em 25% a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), sem excetuar a Zona Franca de Manaus (ZFM). A decisão do Ministério da Economia prejudica a competitividade do modelo econômico instalado no Amazonas.

O chefe do Executivo Municipal convidou para uma reunião, às 10h, na próxima segunda-feira (28/2), no Palácio Rio Branco, Centro Histórico de Manaus, parlamentares da bancada federal, os presidentes da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam-AM), da Câmara Municipal (CMM), da Associação Amazonense de Municípios (AAM), da Ordem dos Advogados do Brasil, além de representantes da indústria e comércio.

“O objetivo é sair da reunião com um plano definido para defender a Zona Franca de Manaus. Vamos buscar primeiro o diálogo com o governo federal. Porém, estamos dispostos a, se necessário for, irmos até o Supremo Tribunal Federal para defender o modelo que gera mais de 100 mil empregos e mantém 96% da nossa floresta preservada”, declarou o prefeito.

Contato

David Almeida já manteve contato com os senadores Omar Aziz e Plínio Valério; o vice-presidente da Câmara, deputado federal Marcelo Ramos; os presidentes da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Antônio Silva, e do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), Wilson Périco, além dos presidentes da Aleam, deputado estadual Roberto Cidade; da CMM, vereador David Reis; da AAM, prefeito de Manaquiri, Jair Souto; e da OAB, Alberto Simonetti.

“Estou ligando pessoalmente para cada parlamentar e representantes das indústrias do nosso polo. O momento não é de protagonismo, mas de união de esforços da classe política, empresarial e da sociedade civil organizada”, afirmou David Almeida.

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