Segundo o Kremlin, o objetivo das manobras era “testar o nível de preparação” das forças envolvidas e a “confiabilidade das armas estratégicas nucleares e não nucleares”.
Em sua definição mais ampla, as forças “estratégicas” russas servem para responder a ameaças, inclusive em caso de guerra nuclear. Estão equipadas com mísseis de alcance intercontinental, bombardeiros estratégicos de longo alcance, submarinos, navios de superfície e aviação naval com mísseis convencionais de longo alcance.
