
Servidores pedem reajuste salarial depois que o Congresso aprovou no Orçamento de 2022 previsão de reposição somente para os policiais federais, com apoio de Bolsonaro. Foto: Divulgação
Nesta segunda-feira (3), o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) deu início a um movimento de entrega de cargos de chefia na autarquia. Os servidores pedem reajuste salarial depois que o Congresso Nacional aprovou no Orçamento de 2022 previsão de reposição somente para os policiais federais, com apoio do presidente Jair Bolsonaro. Movimento semelhante foi realizado por funcionários da Receita Federal.
O Banco Central tem cerca de 500 cargos comissionados, de acordo com o Sinal. O sindicato informou ainda, por meio de nota, que os nomes dos servidores que aderiram ao movimento serão incluídos numa lista que será elaborada nos próximos dias.
Também serão convidados a aderir ao movimento de entrega de cargos os servidores que eventualmente substituiriam os comissionados.
O presidente do Sinal, Fábio Faiad, diz que a entidade quer fazer reuniões virtuais com servidores de todo o país para que sejam covencidos a aderir ao movimento, “até como forma de pressão para conseguir uma reunião com o presidente (do Banco Central) Roberto Campos Neto”.
Os servidores do Banco Central também devem participar da paralisação dos trabalhadores federais de diversos órgãos, que está marcada para o próximo dia 18. A organização é do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate).
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