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Esta semana, o sistema público de saúde voltou a registrar longas filas e superlotações. A maioria das pessoas se queixando de problemas respiratórios, febre, coriza e outros sintomas relacionados a Síndromes Gripais.
Esta semana, a pPefeitura de Manaus confirmou a superlotação nas principais Unidades Básicas de Saúde. Segundo o subsecretário Djalma Côelho, a maioria dos casos é relacionado a Síndrome Respiratória Aguda Grave. “Nas UBS realmente a procura de consultas clínica por uma síndrome gripal aumentou porque nós vivemos independentemente de Covid-19, uma sazonalidade em relação a essa causa”, disse o subsecretário.
Por causa do surgimento da nova variante Ômicron, da Covid-19, os protocolos de segurança foram reforçados em grande parte das unidades, tanto nas unidades básicas de saúde que recebem o atendimento primeiro e realizado pela Prefeitura de Manaus, quanto nos hospitais administrados pelo estado. O atendimento está ocorrendo de forma gradual.
Entramos em contato com a Secretaria Estadual de Saúde pedindo a relação das principais demandas dos pacientes, mas eles não informaram se os principais casos são de Síndrome Respiratória Aguda Grave. Em nota, a secretaria informou que a superlotação se deve devido as unidades atenderem diversas especialidades e que, por isso, podem enfrentar eventuais picos de lotação. A presidente da Comissão Estadual de Controle de Infecção em Serviços de Saúde da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) em coletiva de imprensa essa semana destacou que a maioria dos casos são de Síndrome Respiratória Aguda Grave e não Covid-19.
“Estão veiculando um monte de vídeos nas mídias com relação a sobrecarga de pressão hospitalar. Entendam: não são casos de covid, são outras causas. E que fique claro que os casos tendem a aumentar, mas são os casos leves. Não estamos observando aumento de internação e de óbitos, mas estamos ampliando testagens e óbvio que os casos tendem a aumentar”.
Por Hector Muniz
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