29/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Adolescente ameaça atacar escola, mas se arrepende e volta atrás; é o 3º caso em menos de um mês em Manaus

Publicado em 20 de setembro, 2021

O ataque seria realizado no Colégio Amazonense Dom Pedro II. Foto: Divulgação

Alunos, professores e gestores do Colégio Amazonense Dom Pedro II, localizado na avenida Sete de Setembro, Centro, amanheceram com uma ameaça de massacre na escola, promovida por um aluno de 17 anos que não teve o nome divulgado.

O estudante fez as ameaças nas redes sociais intulando como o “aviso”. A publicação foi postada por volta das 20h deste domingo (19). Esta é a terceira ameaça deste gênero em menos de um mês no Amazonas.

Em uma publicação no Instagram, o adolescente afirmou sofrer bullying em casa e na rua. Além das ameaças, ele também prometeu suicidar-se após realizar o atentando na escola. “Acabou pra mim não aguento mais, já deu pra mim cansei de ser tratado igual lixo por todo mundo, foram 18 anos tratado assim em casa, na rua em todo lugar, mas antes de eu me suicidar eu vou roubar um carro vou assaltar vou furar a cara de muita gente de tiro, vou matar geral, @#$-se todo mundo, eu já vivi muito já sai pra várias festas já bebi já usei drogas, peguei monte de mulher, mas é isso amanhã vai começar”, disse o adolescente na postagem.

Em um grupo de conversas por aplicativo, os alunos mostraram-se aterrorizados com as ameaças. Alguns diziam que não compareceriam ao colégio hoje (20). A reportagem do Portal do Marcos Santos entrou em contato com o gestor da escola, Marcos Ramos. Ele informou que a polícia foi chamada e que foi reforçado o policiamento na escola. As aulas aconteceram normalmente.

A 24ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) informou que as viaturas da Polícia Militar permaneceram na escola durante todo o dia e que o adolescente confessou ter feito as ameaças, mas informou que se arrependeu das publicações e que não irá mais realizar os ataques.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Educação e Desporto informou que o caso foi identificado assim que o aluno fez a publicação em sua rede social e os responsáveis pelo estudante foram à escola conversar com a gestão. O caso deve ser investigado.

Reprodução

Por Hector Muniz

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