
Quem optou em se vacinar durante a madrugada citou fatores como a comodidade, o fluxo menor de pessoas e a “fuga” do calor intenso. Foto: Divulgação/Secom
A comodidade, o fluxo menor de pessoas e a “fuga” do calor intenso foram alguns dos pontos destacados por quem escolheu se vacinar durante a madrugada no mutirão Vacina Amazonas, promovido pelo Governo do Estado, em parceria com a Prefeitura de Manaus neste sábado e domingo (29).
O metalúrgico Arnaldo Anderson, 44, preferiu buscar um dos pontos de imunização do Vacina Amazonas na madrugada deste domingo (29), às 4h20. Ele conta que participou do primeiro mutirão do Governo do Amazonas e, por estar lotado demais, optou por receber a segunda dose da vacina em um horário mais alternativo.
“O mutirão é bacana porque agiliza a vacinação do estado, liberando muita gente de uma vez só. Quando é uma faixa etária muito grande, como a de agora, tem que ser desse jeito, pois desafoga as UBSs”, disse Arnaldo.

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O autônomo Rômulo Braga, 26, e a esposa, a contadora Carolaine Nascimento, 23, receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 durante o Vacina Amazonas. “Passamos o dia trabalhando, mas conseguimos um tempo hoje para vir, graças a Deus”, festejou Rômulo.
Carolaine disse ter ficado feliz com o que viu no Sambódromo. “Fico mais tranquila agora, no aguardo da segunda dose. O mutirão está bastante organizado e com bom atendimento. Achei que fosse demorar, mas foi de boa”, completou a contadora.
A serviços gerais Lene Freitas e a doméstica Girlane Souza, de 47 e 53 anos, respectivamente, foram ao Sambódromo para receber a segunda dose da vacina. Vizinhas, elas contam que, assim que foi anunciado o mutirão, começaram a combinar de tomar o imunizante juntas.
“Para mim, é muito melhor vir à noite, até porque trabalho durante o dia. Hoje, por exemplo, fiquei livre às 17h, só deu tempo de descansar, comer algo e vir para cá”, contou Girlane, que foi imunizada por volta das 22h.
“Quando recebi minha primeira dose, também vim pela noite e estava muito lotado. Hoje, está bem mais tranquilo, mais rápido. Foi bom vir essa hora para fugir do sol [risos]”, divertiu-se Lene.

Foto: Divulgação/Secom
O estudante Rodrigo Conceição de Sousa, 23, estava receoso em tomar o imunizante, mas, por conta da pressão da esposa, Vitória Caroline, decidiu participar do mutirão. Enquanto ela recebeu a segunda dose da vacina, ele tomou a primeira, por volta das 23h, no Centro de Convenções Vasco Vasques.
“Não é que eu seja contra, mas tinha certo receio, ainda. Não gosto muito de tomar vacina, no geral, mas devido às circunstâncias, decidi vir. A minha faculdade, por exemplo, já pede 50% das turmas vacinadas”, comentou Rodrigo.
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