
Jender Lobato anuncia que o Boi Caprichoso já está empenhado na produção dos projetos que visem alavancar a cultura e a economia de Parintins no período pós pandemia. Foto: Divulgação
Durante a pandemia da Covid-19, o Boi Caprichoso foi um uma das instituições com maior atuação em ações sociais no interior do Amazonas. Na caminhada para a realização do Festival Folclórico de Parintins 2022, o projeto artístico caminhará lado a lado das ações sociais. O presidente do bumbá, Jender Lobato, está em Brasília, onde busca apoio para a construção do espetáculo azul e branco e para a reabertura da Escola de Arte Irmão Miguel de Pascalle.
Com intermédio do prefeito de Parintins, Frank Bi Garcia (DEM), do secretário de Estado de Cultura e Economia Criativa, Marcos Apolo Muniz, e do presidente da Maná Produções, André Guimarães, Jender Lobato, ao lado do presidente do Boi Garantido, Antônio Andrade, do deputado federal Alberto Neto, participou de reuniões na sede do Ministério do Turismo com o secretário adjunto da Cultura, Hélio Ferraz, e o Secretário Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, André Porciuncula Alay Esteves.
André é quem cuida da questão relativa à Lei Rouanet. “Estamos fazendo todo o planejamento necessário para o festival do ano que vem e ainda pretendemos realizar um grande evento este semestre em Parintins”, diz o dirigente azulado, sem dar muitos detalhes da programação que pretende executar ainda em 2021.
Jender Lobato avalia os encontros como positivos e anuncia que o Boi Caprichoso já está empenhado na produção dos projetos que visem alavancar a cultura e a economia da região no período pós pandemia.

Foto: Divulgação
A Escola de Arte Irmão Miguel de Pascalle, a Escolinha do Caprichoso, é uma das pautas consideradas especiais para o presidente do boi negro de Parintins. A escola é responsável por lapidar artistas renomados da música, dança, artes plásticas e cênicas para os dois bois no Festival de Parintins. “Esse projeto nunca foi discurso, sempre foi prática e estamos trabalhando para reabri-lo”, assegura Lobato.
Ele se diz muito inquieto com o educandário de portas fechadas e que pretende buscar através de emendas e por meio de projetos essa conquista, o que justifica sua peregrinação nos ministérios e gabinetes de deputados, senadores e empresários. “A Escola de Arte é um celeiro formador de muitos artistas e a gente precisa reabrir dentro de um formato que seja capaz de atender as crianças com cursos diversificados, todos voltados para arte, todos voltados para formação de talentos, para o Festival de Parintins”.
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