04/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Ministério da Justiça e Segurança Pública lança a campanha ‘Vacina Pirata, não!’

Publicado em 04 de fevereiro, 2021

O objetivo da campanha é alertar o consumidor de que, neste momento, apenas o poder público, por meio do SUS, está autorizado a fornecer a vacina, de forma gratuita. Foto: Reprodução

Com o slogan “Vacina Pirata, Não!”, o Ministério da Justiça e Segurança Pública lançou, por meio da Secretaria Nacional do Consumidor, (MJSP/Senacon), uma campanha nas redes sociais para combater a comercialização de vacinas falsificadas contra a Covid-19. O objetivo é alertar o consumidor de que, neste momento, apenas o poder público, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), está autorizado a fornecer a vacina, de forma gratuita.

A secretária nacional do Consumidor e presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, Juliana Domingues, explica que a Senacon está analisando mais de duas mil páginas virtuais suspeitas de estarem, de algum modo, oferecendo vacinas piratas ou induzindo o consumidor ao erro. Além disso, a Senacon também fará varreduras em plataformas de comércio eletrônico (marketplaces) para identificar anúncios e comercialização ilegais.

“Essa comercialização é crime e traz riscos à saúde e à segurança do cidadão brasileiro. Estamos lançando a campanha nas redes sociais do Ministério da Justiça e Segurança Pública para alertar o consumidor que não existe compra na internet de vacinas contra Covid-19 ”, explica. A secretária reforça que a vacina contra o Covid-19 é gratuita e que é distribuída somente pelo Sistema Único de Saúde.

Confira o vídeo da campanha

De acordo com o secretário executivo do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), Guilherme Vargas, a questão foi avaliada em caráter de urgência. “Acionamos a Anvisa e órgãos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em especial a Secretaria de Operações Integradas (Seopi) e a Polícia Federal, para estabelecer uma estratégia conjunta, a fim de garantir a saúde e a segurança dos consumidores brasileiros”, esclarece.

Com a crescente expansão do comércio eletrônico, principalmente durante a pandemia, a comercialização de produtos pirateados no meio digital já é de conhecimento do CNCP, o qual, inclusive, lançou em 2020 dois guias de boas práticas e orientações para mitigar o problema.

A Secretaria Nacional do Consumidor também criou um canal, por e-mail, exclusivo para concentrar as denúncias dos casos. As denúncias podem ser enviadas por meio do endereço eletrônico [email protected]. A contribuição é importante para que a ação do governo federal no combate à comercialização de vacinas piratas seja rápida e eficaz.

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