
O presidente da Abrasel Amazonas, Fábio Cunha. Foto: Reprodução
Após a publicação do Decreto nº 43.269, do Governo do Estado, nesta segunda-feira (4) – que suspende as atividades econômicas não essenciais pelo prazo de 15 dias, em decorrência da grave emergência em saúde pública provocada pela pandemia de Covid-19 -, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) Amazonas entregou uma carta para o governador Wilson Lima. O documento pleiteava contrapartidas para que o setor da alimentação fora do lar pudesse manter os restaurantes e continuasse gerando emprego e cuidando dos seus colaboradores.
“Chegamos em dezembro com um piano bem pesado nas costas e já programados para correr atrás dos prejuízos”, disse o presidente da Abrasel Amazonas, Fábio Cunha, em vídeo publicado nas redes sociais.
Em outro vídeo, produzido após o anúncio de Wilson Lima, na manhã desta terça-feira (5), de um pacote de medidas tributárias, fiscais e de crédito para reduzir os impactos econômicos em virtude da suspensão das atividades econômicas não essenciais, Fábio Cunha destaca que a associação recebeu uma resposta satisfatória do governo para o segmento da alimentação fora do lar.
Entre as demandas estava a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Recebemos a redução do mesmo de 3,5% para 2%”, disse o presidente da Abrasel. “O governador também abriu linhas de crédito através da agência de fomento do estado (Afeam) menos burocráticas e com uma carência maior e com taxas reduzidas para atender o MEI, a micro e pequena empresa”.
Para Cunha, tais ações podem atender a todos do segmento, assim como férias coletivas e outras ações capazes de amenizar a perda dos postos de trabalho do setor.
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