
Conta na Cachaçaria foi paga, pelo menos na parte do escritório Germano GC, que havia confraternizado no Coco Bambu (foto), no mesmo dia
Uma conta foi paga, no cartão, no valor de R$ 1.244,33, na Cachaçaria do Dedé, na noite de sexta (18/12). É o que revela Germano Andrade, sócio do escritório de advocacia Andrade GC. Ele exibe extrato do próprio cartão, mostrando que pagou a parte que lhe cabia nas despesas do dia do barraco. “Fui lá para retirar advogadas do meu escritório e tenho orgulho da atitude delas, que reagiram ao assédio”, disse.
O valor pendente da conta total, segundo o gerente da Cachaçaria do Dedé, Fábio Maia, foi de R$ 2.980,00. Tudo indica que Germano pagou a parte da mesa onde estavam advogados do escritório e a parte pendente era de outra (s) mesa (s).
Germano conta que a confraternização do escritório que dirige aconteceu no restaurante Coco Bambu. Fica localizado em outro andar, mas no mesmo Ponta Negra Shopping onde funciona uma das filiais da Cachaçaria do Dedé.
“Parte do grupo, após a confraternização, desceu para a Cachaçaria. Ao que sei, elas apenas reagiram ao assédio que sofreram. E paguei a parte que nos cabia na conta”, enfatiza.
O advogado revela também que já conversou com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Amazonas (OAB-AM), Marco Aurélio de Lima Choy, sobre os acontecimentos. “Não agredi e não fui agredido por ninguém, mas vejo nos vídeos a covardia cometida contra as advogadas do escritório. Cabe a elas tomar as providências adequadas, no que terão todo o meu apoio”, disse.
“(O episódio foi) lamentável e indesejado. Mas ocorreu e estamos à disposição de qualquer apuração. Do que testemunhei e soube, não vi falta de decoro de quem sei são advogados”, disse, para Choy.
A confusão na Cachaçaria do Dedé, na noite de sexta (18/12), começou com discussão e terminou em socos e quebra-quebra. O gerente do estabelecimento, Fábio Maia, registrou Boletim de Ocorrência (BO), falando dos prejuízos, inclusive a conta pendente.
Veja mais notícias em Geral