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A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel/AM) disse, nesta quinta-feira (24/9), que solicitou uma reunião com o Governo do Amazonas. O encontro, que deve ser realizado nesta sexta-feira (25/9). A entidade quer pedir a flexibilização do decreto estadual que fechou bares e limitou o horário de funcionamento dos restaurantes e lanchonetes.
Nesta quinta, representantes da Abrasel-AM realizaram uma coletiva de imprensa, em Manaus, em que disseram discordar do decreto. Conforme o documento do Governo do Amazonas, será suspenso o funcionamento de bares, balneários, casas de praias, casas de show e de eventos e flutuantes. O funcionamento de restaurantes e lojas de conveniência será restringido para até as 22h.
A decisão do governo estadual ocorre após aumento de casos e de internações por Covid-19.
Durante a coletiva desta quinta, os representantes da entidade criticaram as abordagens das autoridades nos dos bares e restaurantes. “Inclusive policiais armados adentram o estabelecimento. Essa abordagem, a gente não quer”, afirmou o presidente da Abrasel-AM, Fábio Cunha.
Apesar das críticas, a entidade disse já ter se entendido com a Prefeitura de Manaus. “O prefeito [Arthur Neto], através da Vigilância Sanitária, já lançou uma nota. A gente já se entendeu com a Vigilância Sanitária”, disse o presidente.
Fábio Cunha afirmou, ainda, que os eventos clandestinos contribuíram para as novas contaminações por Covid-19. “Eventos clandestinos não arrecadam para o estado. Não contribuem para a sociedade”, disse.
O presidente da Abrasel adiantou que vai reforçar ao Governo do Estado que os restaurantes seguem os protocolos e que os estabelecimentos têm conhecimento sobre manipulação de alimentos. “O Governo tem pessoas sensatas que vão corrigir isso aí”, afirmou.
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