
Bolsonaro bateu a cabeça e deve ficar internado nesta véspera de Natal. Na foto, o presidente durante recente encontro com o governador Wilson Lima, quando aconselhou a Reforma da Previdência estadual
O tombo que o presidente Jair Bolsonaro levou no banheiro, na noite desta segunda (23/12), fez com que batesse a cabeça. Ele foi atendido pelos médicos da Presidência da República. Depois foi submetido a tomografia, no Hospital das Forças Armadas, em Brasília. O médico da Presidência Ricardo Camarinha afirma que o exame “não detectou alterações”. Ainda assim, o presidente ficará internado até esta terça, véspera do Natal, segundo informou o Palácio do Planalto.
O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, esteve no hospital. Ele deixou o local pouco antes das 23h (22h, horário de Manaus). E resumiu a situação do presidente de forma lacônica: “Não é nada demais”, disse o ministro.
O comboio levando Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada por volta das 21h10 (20h10, Manaus). Ele foi levado de carro para o local. A ambulância, que geralmente acompanha o comboio, ficou para trás durante o trajeto.
Bolsonaro confessou que tem “limitações de movimentos” causados pelas cirurgias resultantes da facada que levou ano passado. O atentado ocorreu no dia 6 de setembro. O esfaqueador, Adélio Bispo de Oliveira, foi preso na hora e ainda se encontra na cadeia. Até hoje, a polícia não conseguiu determinar se houve ou não mandante no crime. O presidente passou por cirurgia de quatro horas, ainda na Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG). Depois retornou ao hospital para agradecer aos médicos: “Eles salvaram minha vida”, reconheceu.
Dia 11 último, o presidente esteve no mesmo hospital, em Brasília, onde passou por cauterização de sinais na pele, perto da região da orelha. Chegou a dizer que estava investigando a possibilidade de câncer de pele. Depois disse que o procedimento foi apenas para controle das manchas. Há três meses, segundo o presidente, uma biopsia confirmou que não havia lesões cancerosas no local.
* Com informações do jornal Extra.
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