
Foto: Divulgação/Petrobras
A Petrobras iniciou nesta sexta-feira (13) o processo de venda de mais quatro refinarias com a divulgação das oportunidades (teasers) de cada unidade, entre elas a Refinaria Isaac Sabbá (Reman), de Manaus. A divulgação dos teasers dá continuidade aos comunicados divulgados em 26 de abril e 28 de junho de 2019.
Além da Reman, a segunda fase de venda tem ainda na lista a Refinaria Gabriel Passos (Regap) em Minas Gerais, a Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor) no Ceará e a Unidade de Industrialização do Xisto (SIX) no Paraná.
Os teasers dessa fase, que contêm as principais informações sobre os ativos e os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes, estão disponíveis no site da Petrobras, o http://www.petrobras.com.br/ri.
Reman
A Reman, localizada em Manaus, possui capacidade de processamento de 46 mil barris por dia e possui a refinaria, onde o petróleo é processado e refinado em derivados de petróleo, como nafta, gasolina, diesel, base de asfalto, combustível de aviação e gás liquefeito de petróleo (GLP), além do terminal que funciona como centro de armazenamento.
O terminal possui três píeres fluviais: dois exclusivamente para navios, que também podem ser usados para operação de barcaças; e um exclusivo para barcaças. O terminal recebe em torno de 22 navios por mês e o equivalente a 55 barcaças por mês.
No documento com informações sobre a Reman, a Petrobras destaca que o Terminal de Manaus é um dos poucos da região e “oferece ao seu proprietário uma vantagem significativa sobre os concorrentes”, além de proximidade com as áreas produtoras de petróleo e gás da região amazônica, especialmente Urucu.
A posição geográfica e logística otimizada garantem flexibilidade para a planta, segundo a petroleira, fazendo a Reman ser capaz de receber barcaças com o óleo de Urucu em 48 horas.
Próximas etapas
As principais etapas subsequentes do projeto serão informadas em outras oportunidades ao mercado, de acordo com a Sistemática de Desinvestimentos da Petrobras e com o Decreto 9.188/2017. Os desinvestimentos em refino estão alinhados à otimização de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia.
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