
Audiência de custódia foi realizada no Fórum de Iranduba. Foto: Reprodução/Google
O juiz da Comarca de Iranduba, Tulio de Oliveira Dorinho, converteu em preventiva as prisões em flagrante dos dois vereadores detidos na última quinta-feira (8), em operação do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), por suspeita de cobrarem propina para aprovar projetos.
A audiência de custódia ocorreu nesta sexta-feira (9), no Fórum de Iranduba. Os vereadores foram alvo da Operação Avaritia, deflagrada na quinta-feira para apurar a suspeita de que os parlamentares Kelison Dieb (MDB) e Jackson Pinheiro (PMN) cobravam propina para aprovar projetos na Câmara Municipal de Iranduba (a 27 quilômetros a sudoeste de Manaus).
Os vereadores eram alvo de mandados de prisão temporária, mas foram presos em flagrante: Kelison por ter sido flagrado com uma arma de fogo de fabricação caseira e Jackson por tentar destruir provas jogando seu celular no vaso sanitário. Os dois chegaram a ser levados para o 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), em Manaus, para o flagrante.
Sistema prisional
Segundo o MP-AM, na tarde desta sexta os dois vereadores foram encaminhados para o Centro de Triagem da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) para então darem entrada no sistema prisional do Amazonas.
Durante a operação, foram apreendidos aparelhos celulares, HDs e documentos que serão analisados pelo Ministério Público.
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