
O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, deixa o Tribunal de Magistrados de Westminster na van da polícia, depois de ser preso em Londres, na Grã-Bretanha.
O fundador da Wikileaks, Julian Assange declarou hoje (2), em um tribunal em Londres, que não quer ser extraditado para os Estados Unidos (EUA), onde se arrisca a ir a julgamento por uma das maiores fugas de informação confidencial da história.
Depois de, nesta quarta-feira (1º), ter sido punido com 50 semanas de prisão no Reino Unido por violação de uma medida de coação, Assange enfrenta hoje uma audiência sobre a eventual extradição para os Estados Unidos.
Quando questionado, por meio de videochamada entre o tribunal de Westminster e a prisão britânica onde se encontra, depois de ter sido detido em 11 de abril, sobre se concordava em ser extraditado, o fundador do Wikileaks disse que não quer render-se à extradição.
Lauri Love, hacker e amigo de Assange, tinha já declarado à CNN que uma “difícil batalha” não faria com que o ativista australiano parasse de lutar contra a extradição para os Estados Unidos. “Ele faz um ar corajoso, mas é evidente que está muito preocupado”, afirmou.
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