
Uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) apresentada na Câmara Federal, na última semana, defende a unificação das eleições a partir de 2022. A PEC ganhou força com a Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, em que prefeitos e vereadores de todo País aderiram maciçamente à proposta.
Segundo o autor da proposta, deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB/SC), as eleições unificadas vão proporcionar a economia de R$ 1 bilhão em recursos públicos. No Amazonas, a PEC tem apoio do deputado federal Átila Lins (PP), um dos signatários da propositura, e de seu irmão e líder do PP na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o deputado estadual Belarmino Lins.
Segundo Átila, se aprovada, a PEC cancelará as eleições municipais de 2020, transpondo a “batalha geral de votos” para 2022. “Acredito que vence a democracia com a PEC, que vai racionalizar o processo eleitoral”, diz o parlamentar.
Nesta terça-feira (16), Belarmino Lins vai à tribuna da Aleam declarar sua adesão à PEC. “Não tenho a menor dúvida de que esse é o melhor caminho, a unificação de eleições é o certo para o País, pois a realização dos pleitos em cada biênio obrigava os políticos a só pensarem em votos e urnas, sobrando pouco tempo para planejar metas administrativas, principalmente no caso dos ocupantes de cargos executivos”, comentou.
Caso a PEC passe no Congresso, os brasileiros comparecerão às urnas somente em 2022 para escolher o presidente, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais, prefeitos e vereadores.
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