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Os trabalhadores da Educação do Amazonas, entre eles professores, aprovaram indicativo de greve e decidiram paralisar as atividades a partir da próxima segunda-feira (15). A paralisação foi decidida em assembleia na tarde desta terça (9), informou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), Ana Cristina Rodrigues.
A assembleia realizada no Rio Negro Clube reuniu cerca de 8 mil trabalhadores da Educação, que não aceitaram o reajuste de 3,93% proposto pelo Governo do Estado.
“Amanhã, vamos comunicar sociedade, a imprensa e os pais sobre o indicativo de greve. Se até segunda (15) o governador não nos receber e não nos oferecer uma proposta favorável, vamos entrar em greve na segunda (15)”, disse a presidente do Sinteam.
A categoria, que conta com 30 mil profissionais que atuam na Educação em todo o Amazonas, pede 15% de aumento salarial, mas está aberta a negociações. “Sempre há negociação. A categoria nunca foi rígida nesse ponto. Mas eu preciso contrapontos, de uma proposta decente que seja boa [para os profissionais da Educação]”, destacou Ana Cristina.
Atualmente, o salário-base do professor, maioria na categoria de Educação, é de R$ 1,6 mil para os de carga horária de 20 horas semanais. A reivindicação é que a remuneração inicial também aumente.
Além dos 15% de aumento, a categoria reivindica atendimento médico para os trabalhadores no interior, de acordo com o contrato entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a Hapvida; ampliar o atendimento da Hapvida para os aposentados; auxílio alimentação por turno; auxílio transporte para todos sem o desconto de 6%; entre outros pleitos.
Reportagem: Laís Motta
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