
EXCLUSIVO Entrevistamos musa da PM que bomba no Instagram e em outras redes sociais. A capitã Jorgeanny (foto) revela como faz para lidar com isso

Em momento social, maquiada e com roupa de noite, ela afirma que é menos assediada que quando está fardada
A morte da mãe a fez entrar em depressão. Foi aí que, advogada, decidiu tentar o concurso para oficial da Polícia Militar (PM). “No curso de formação, quando a gente entrava 5h e saía de madrugada, quase desisti. Mas, hoje, amo minha profissão”, afirma Jorgeanny Nogueira Lopes, 34, a capitã Jorgeanny. Ela postou uma foto de rosto no Instagram e começou a ganhar seguidores, atraídos pela beleza dela. Agora já são mais de 11 mil.
A capitã joga duro, quando está de serviço. “Já derrubei homem abusado com pescoção”, conta. No último fim de semana, durante patrulha de rotina, fechou um posto de gasolina na avenida do Turismo. “Havia bebida e desordem na loja de conveniência”, explica.
A oficial da PM também fechou o clube Ao Mirante, no bairro de Santo Antônio. “Estava em curso uma festa Rave. Entrei com minha patrulha e um cantor continuou fazendo apologia às drogas. Fomos ao banheiro e encontramos mais droga. Anunciei que o local estava fechado e um dos organizadores da rave pegou no meu braço e me chamou ‘para conversar’. Nessas horas não tem conversa e a lei precisa ser imposta”, conta.

Capitã Thatiane, única mulher na Tropa de Choque amazonense, mãe de dois filhos, também se destaca pela beleza
Jorgeanny revela que tem várias colegas de farda bonitas, oficiais ou não, na PM amazonense. “A capitã Thatiane Marçal, única mulher oficial da Tropa de Choque, mãe de dois filhos, é belíssima”, conta.

Jorgeanny e a tenente Hellen, outra das belas da PM-AM
A tenente PM Hellen, de licença maternidade, cuidando da filha de dois meses, é outra que se destaca. “Ninguém deixa de ser mulher ou abandona a feminilidade por causa de emprego”, argumenta a capitã.
O destaque que a fotografia da capitã ganhou nas redes sociais revela, por outro lado, um preconceituoso estereótipo: PM é homem ou, se for mulher, que seja pelo menos feia. “A gente lida com isso no dia-a-dia e tem que se impor”, diz Jorgeanny.
A capitã namora um tenente PM – que acompanhou a entrevista – e brinca com isso. “Ele costuma dizer que a hierarquia fica no quartel e eu insisto que vale por 24 horas”(risos).
Jorgeanny revela também que é mais assediada quando está fardada que em roupa comum. “Deve haver algum fetiche”.
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